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EM HOMENAGEM AO DIA DOS NAMORADOS

MINHA SOGRA É UM PITBULL      

 

          Depois de ter sido sucesso de público nas cidades de Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Canela, Sapiranga, Rio grande e Pelotas durante vitoriosa turnê pelo sul do pais em maio deste ano, minha Sogra é Um Pitbull estará de volta a Juiz de Fora em homenagem ao Dias dos Namorados, com a promoção: Casal Só Paga Um Ingresso. Cláudio Ramos se desdobra ao viver no palco genro e sogra numa comédia rica em referências ao cotidiano desta personagem folclórica. A sogra esta no imaginário popular, faz parte de casos e piadas.

         O espetáculo Minha Sogra é Um Pitbull mergulha no universo da comédia de costumes, e tem como ponto de partida a exposição de tipos e situações com os quais a platéia se identifica. No elenco, Lyvia Rodrigues e Cláudio Ramos, que interpreta simultaneamente o genro e a sogra. O espetáculo vai do humor nonsense ao besteirol.

- Minha Sogra é Um Pitbull virou fenômeno. Há cinco anos rodo por cidades mineiras, além de Niterói e Cabo Frio, sempre com lotações esgotadas. Só em Araxá/MG,  fomos vistos por mais de 2.500 pessoas. A personagem caiu no gosto do público - assegura Cláudio Ramos. Por dois anos seguidos 2010 e 2011, a comédia ficou em segundo lugar na preferência e quantidade de público na Campanha de Popularização do Teatro em Juiz de Fora/MG.      

 

 

 

FLASH BACK

      Sozinho em casa, ouvindo futebol no rádio, Valdemar recebe um telefonema dizendo que sua sogra está mal no hospital. Ele não sabe se comemora o gol do seu time ou a notícia recebida. Ao dar entrada no hospital, a sogra proporciona um verdadeiro flash back num casal que festeja 15 anos de matrimônio. Valdemar e Amélia lembram a interferência da personagem em momentos de comédia rasgada.

        

      Conquistador inveterado, Valdemar conhece Amélia, típica adolescente “assanhada”, num baile de carnaval. É paixão fulminante. Para desespero de Dona Perpétua, mãe de Amélia, o namoro vira uma obsessão, “um grude”. Religiosa, ela não é conivente com a agarração do casal. Quando pensa em acabar com o namoro da filha é tarde demais: Amélia engravida e para desespero de Dona Perpétua o casamento está marcado.

 

      Dona Perpétua não aceita Valdemar como genro e trava uma batalha incessante contra ele. Faz de tudo para que Amélia se separe “daquele traste”. Só que Valdemar vira marido dedicado, fiel e completamente apaixonado pela mulher e pelos filhos. Aí é Amélia que surpreende ao questionar a pasmaceira em que se transformou a vida do casal.

 

Situações cotidianas do casal, colocadas no palco em tom de comédia nonsense, fazem com que a platéia se identifique e compare sogras reais e imaginárias. Gargalhadas garantidas.

 

- Interpretar Valdemar e Dona Perpétua ao mesmo tempo é um tremendo desafio. São personagens totalmente contrastantes. Durante o espetáculo troco de caracterização em tempo mínimo, preciso estar muito concentrado. Dona Perpétua não leva desaforo pra casa, fala o que pensa, doa a quem doer - garante Cláudio Ramos.

 

      Para a atriz Lyvia Rodrigues o desafio é ainda maior, já que tem que estar atenta aos contrapontos da história. “Amélia é falsa submissa. Ao longo da peça ela vai colocando as manguinhas de fora. Como o espetáculo não é linear, ou seja, não existe uma ordem cronológica das cenas, preciso me concentrar nas várias fases da personagem. Além disso, contracenar com os 25 anos de experiência de Cláudio Ramos não é tarefa das mais fáceis”.

 

 

LUGAR DE MULHER É... Comédia Premiada Satiriza o Machismo

 

A comédia Lugar de Mulher... Uma Sátira ao Machismo tem sido assistida, ao longo dos últimos 12 anos, por espectadores de todas as idades, desde crianças até pessoas da terceira idade. Segundo o ator-autor-diretor Cláudio Ramos, cada um se identifica a sua maneira, ou vivenciou ou presenciou alguma das situações.

- As Marias que personifico são suas mães, filhas, tias, avós, primas, madrinhas, mulheres do universo de cada um... O público ri, se identifica com elas e no final se depara com o ator, o ser humano, de cara limpa, cheio de carinho e emoção, transmitindo a felicidade de estar no palco.

 

 

HUMOR SUTIL

    

Uma comédia inteligente, sem grosserias ou apelações. Assim é Lugar de Mulher... Uma Sátira ao Machismo. Com texto, direção e interpretação de Cláudio Ramos, o monólogo reúne em cena donas-de-casa às voltas com o machismo de seus maridos. Tudo de forma sensível e sutil em 1h40min de espetáculo. Alternando vários tipos de comédia, Lugar de Mulher... Uma Sátira ao Machismo se divide em quatro quadros:

 

Em Sua Batata Está Assando, Cláudio vive a Maria submissa, que questiona seu relacionamento com o marido, depois de se apaixonar platonicamente por um feirante. Ela resiste ao possível envolvimento em nome da estrutura familiar.

 

      Odeio Praia traz a "candidata" a socialite emergente Maria Lucrécia malhando numa academia de ginástica, disposta a conhecer a amante do marido. Entre um exercício e outro, ela lembra da infância hilariante e das muitas aventuras na praia.

 

      Rodízio de Chuchu mostra outra Maria muito bem humorada. É a típica interiorana, casada com um português, sem vida sexual, mas totalmente dedicada à família. Enquanto passa roupa, ela conversa com o locutor de seu programa radiofônico preferido: No Cantinho do Fogão.

Todas as Marias do Mundo homenageia a mulher com um poema que enaltece a figura feminina, encerrando o espetáculo com carinho e respeito.

 

 

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