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January 22, 2020

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DOZE ANOS DE SUCESSO

DOZE ANOS DE SUCESSO

          Lugar de Mulher... Uma Sátira ao Machismo estreou em 27 de fevereiro de 1998 no Teatro Princesa Isabel (Rio), onde fez três meses de temporada. Depois foi para Niterói (quatro temporadas no Teatro Abel e duas no Teatro Municipal) e interior fluminense (Campos, Friburgo, Macaé, Petrópolis, Santa Maria Madalena, Santo Antônio de Pádua e Teresópolis). Percorreu inúmeras cidades do Estado de Minas Gerais, incluindo quatro temporadas em Belo Horizonte.

Em outubro de 1999, Lugar de Mulher... Uma Sátira ao Machismo ganhou o Prêmio Cidade de Vitória de Melhor Espetáculo do II Festival Nacional de Monólogos, realizado na capital capixaba. A comédia foi selecionada entre 42 espetáculos de todo o Brasil.

 

 

Lugar de Mulher... também ganhou os prêmios de Melhor Ator e Melhor Produção, conferidos pela APAC (Associação de Produtores de Artes Cênicas de Juiz de Fora) em 2008.

         Em 2000 o espetáculo foi encenado em cidades mineiras e em 2001 fez temporadas de muito sucesso em Niterói (teatros Municipal e Abel). Em 2002, Lugar de Mulher... Uma Sátira ao Machismo fez seis meses de temporada em São Paulo (teatros Itália e União Cultural Brasil-Estados Unidos). Além de novas turnês por Minas, a comédia tem sido apresentada em incontáveis palcos fluminenses e paulistas, sempre com sessões lotadas.

Lugar de Mulher... Uma Sátira ao Machismo vem integrando o calendário de comemorações oficiais do Dia Internacional da Mulher, Dia das Mães e Dia dos Namorados no Rio de Janeiro, em Niterói, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Itaúna, Arcos, Divinópolis e São Paulo, além de virar tema de debate em colégios e universidades.

        Em março de 1998, durante sessão no Teatro Princesa Isabel, o ator contou com a aprovação das atrizes Eva Toodor, Thaís Araújo, Samara Fillippo e Duda Little ao homenagear a figura feminina em sua data mundial. Dona Zica e Eva Toodor até deixaram depoimento gravado para a TV sobre o tema. Em 2003 foi a vez das atrizes Juliana Paes, Gisele Policarpo e Lívia Rossi serem homenageadas no palco do Teatro Abel.

- Optei por uma linha interpretativa menos caricata para privilegiar a interação com o público feminino. Fiz um intenso trabalho de composição e hoje tenho certeza de que transmito suavidade e delicadeza com minhas Marias. Cada platéia reage de forma diferente, mas todas se identificam com o bom humor do espetáculo. O surpreendente é que em pleno século 21 a mulher ainda conviva com tanto machismo - atesta Cláudio Ramos.

 

 

      VELÓRIO À BRASILEIRA

O falecido acertou na mega sena acumulada.

 

         Por meio de situações tragicômicas, Velório à Brasileira revela a hipocrisia e a ganância do ser humano. A peça conta a história de Zélia, pobre costureira, inconsolável com a morte súbita de Abreu, seu querido esposo. Ao seu lado, o casal de amigos, Biga e Guiba, e a cunhada Eunice, seguram as pontas como podem no velório.

Biga, a fofoqueira típica, não tem papas na língua e vai detonando hilários comentários sobre o morto e a situação da viúva. O velório começa a esquentar quando Teteo, um amigo do defunto, chega ao velório e deixa escapar para Zélia que seu marido saia com uma tal de Sueli. Junto com esta descoberta vem a revelação de que o defunto havia comprado com Teteo e Pé-de-Mesa um bilhete premiado da mega-sena.

            Mas onde está o bilhete? Só o morto sabe. A partir daí, Velório à Brasileira envolve seus sete personagens em situações nada convencionais, proporcionando uma sucessão de surpresas e gargalhadas. É humor ingênuo, com elenco em grande harmonia. O diretor Cláudio Ramos dá vida ao personagem Pé-de-Mesa e consegue manter em extrema ebulição as hilárias seqüências da história. Ângela Fidelis como Zélia, Lyvia Rodrigues como Biga, Fábio Trindade  como Guiba, Ana Lúcia Nunes como Eunice, Adson Franklin como Tetéo e Fernando Valério com Edgar apimentam com muita graça e espontaneidade aquilo que parece tudo, menos um velório.

       - Depois de Lugar de Mulher e Minha Sogra é Um Pittbul, este é o meu trabalho de maior sucesso, não só de público e crítica, mas também em nível de satisfação profissional. Interpretar o bêbado Pé-de-Mesa é um grande desafio. O personagem tem uma força cômica muito grande. Velório à Brasileira é um espetáculo intrigante, envolvente e divertido - garante Cláudio Ramos.

        É o que podemos chamar de espetáculo mineiro, com certeza. Tanto o autor quanto o diretor nasceram em Belo Horizonte. Entre outras cidades, Velório à Brasileira já esteve em Niterói (RJ), Araxá, Bambuí, Divinópolis, Itaúna, Juiz de Fora com enorme sucesso

 

                        

         Velório à brasileira: Teatro Belmira Vilas Boas.                       

Foram várias apresentações com os ingressos esgotados.

 

       

De 28 de abril a 01 de maio, foram cinco peças em cartaz e oito apresentações.   

As peças de Claudio Ramos levam o público às gargalhadas.

 

         

O ator, falando em nome do elenco, agradeceu ao público presente e foi aplaudido de pé 

( cinco peças e muito riso em todas as apresentações)

 

 

 

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