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SOMOS ILHAS CERCADAS DE CRISES E DESAFIOS

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Editorial

O DOM DA VIDA

            Há pessoas que amam a vida intensamente, assumindo-a com alegria e responsabilidade. Outras apenas suportam a vida, rangendo penosamente. Oceanos de frustração e amargura nascem de existências não abraçadas com entusiasmo e generosidade. Os amargos e os alienados sentam-se medrosamente à margem do cotidiano, chorando misérias, mastigando lamúrias, carpindo angústias, pesadelos e desolação.

            Os otimistas, ao contrário internamente motivados, mergulham no fluxo e refluxo do dia a dia, haurindo novas energias e renovadas esperanças a cada amanhecer. Eles musicalizam suas jornadas, afinados com Deus e com seus irmãos de caminhada.

            Você vale não pelo que diz a fala, mas por aquilo que é, meu irmão, minha irmã. Como pessoa e como cristão, apóstolo e missionário. O mais importante no Reino de Cristo não é o triunfo. Perante Deus o gesto de semear tem mais peso que a própria colheita. A verdadeira alegria nasce no momento em que deixamos de procurar a própria felicidade para doá-la aos outros. Quem pensa demais em si mesmo, na adoração do seu eu, termina caindo no fundo do poço... da infelicidade, do desencanto, do tédio, da frustração.

            O bom humor, primo irmão do sorriso, é um rebento da bondade. Bondade tão necessária – e tão escassa ! – nos dias atuais. É uma constatação milenar: as pessoas nervosas e agressivas costumam tumultuar o meio ambiente. A bondade, ao contrário, tem o poder de apaziguar situações difíceis e desesperadoras, repondo muitas coisas no seu devido lugar. Cristo e Maria  alteiam-se permanentemente como o grande e insubstituível referencial para a vida de um cristão. Ambos eram a bondade personificada.

            Sei que a luta pela sobrevivência está difícil. Somos ilhas cercadas de crises e desafios por todos os lados. Jogar os remos no fundo do barco – porque a correnteza maltrata – nunca foi e não é solução. O que é afinal a vida? A vida é o que dela fazemos. Cada pessoa recebe de Deus uma chance. Livres, podemos valorizar ao máximo ou jogar fora esta oportunidade que o Criador nos propicia, amorosamente.

            É a nossa mentalidade que empresta as dimensões a tudo. Somos o que pensamos. Quando no homem o infinito já não acorda ecos profundos e magníficos, que resta nele da obra divina? Apenas ruínas de uma grandeza que se desconheceu ou esbanjou.

            Um jovem japonês, de 18 anos, jogou-se do alto de um rochedo, deixando como despedida um bilhete lacônico: “Suicidei-me por não saber o sentido da minha vida”. A vida é o que dela fazemos. E, mais que uma propriedade a ser defendida, a existência é um tesouro precioso a ser partilhado, repartido. Conheci um trovador que passava pelas ruas da cidade cantando: “Sorriso, moeda corrente do bom humor, da alegria. Sorriso, moeda que a gente deve esbanjar noite e dia”.

Pe. Roque Schneider

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