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AH, SE TU SOUBESSES COMO EU SOU TÃO CARINHOSO...

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23 DE AGOSTO: DIA DOS ARTISTAS

         Se você participou, se esteve no maracanã ou assistiu pela TV, a festa de encerramento dos Jogos Olímpicos, no domingo, 21 de agosto, com certeza se encantou com o que nos foi apresentado e provavelmente ouviu o povo cantando Carinhoso. Uma das mais belas canções de nossa rica MPB. Essa canção já foi tema de novela da rede Globo, os seresteiros das noites, os amantes da boa música a conhecem, nos violões os românticos cancioneiros tocam e o povo canta: “Meu coração, não sei por que, bate feliz, quando te vê, e os meus olhos ficam sorrindo e pelas ruas vão te seguindo, mas mesmo assim, foges de mim. Ah, se tu soubesses como eu sou tão carinhoso e o muito, muito que te quero, e como é sincero meu amor eu sei que tu não fugirias mais de mim ... “ Você, jovem leitor que não conhece a canção, observe que é poesia pura. Pois bem. No dia das artes, vamos conhecer um pouquinho desse artista da arte musical, do sensível Alfredo Rocha Viana, o Pixinguinha.

      Com uma biografia que o coloca entre os mais brilhantes músicos brasileiros, Pixinguinha nasceu no dia 23 de abril de 1897 ou 1898, no Rio de Janeiro. Seu pai, Alfredo da Rocha Viana, foi funcionário dos Correios e era um grande flautista, apaixonado pelo choro, ritmo musical que seria também abraçado por Pixinguinha. Já consagrado, teve um grande dissabor em 1971, quando dona Beti, sua esposa, foi internada em um hospital. Logo depois, Pixinguinha sofreu com a já recorrente doença cardíaca e foi hospitalizado no mesmo local. Conta-se que, para não preocupar a esposa também adoentada, todos os dias de visita, Pixinguinha vestia sua melhor roupa, saía do seu quarto de enfermo e ia visitá-la, como se viesse de casa. Dias depois, Dona Beti veio a falecer.

            Pixinguinha faleceu dentro de uma Igreja em 17 de fevereiro de 1973. O músico seria padrinho de uma criança na Igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, em um sábado de carnaval. Um ultimo ataque cardíaco o levou aos 75 anos. Foi enterrado com o povo cantando Carinhoso, sua música mais famosa.

Fernando M. Ribeiro

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