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SIM, VALEU A PENA!

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CAMINHANDO PELAS RUAS DO RIO, UM OLHAR SOBRE O LEGADO DAS OLIMPÍADAS

            Caminhando pelas ruas do Rio, esticando o olhar para a área portuária, os antigos armazéns, a Praça Mauá, uma extensão de mais ou menos quatro quilômetros escondida dos nossos olhos, uma área enorme engolida pelo extenso viaduto – que veio ao chão – e que depois de revitalizada dera lugar ao Boulevard Olímpico e que abriga o MAR - Museu de Arte do Rio e o Museu do Amanhã e se transformar nesse ponto de encontro, para onde se converge uma multidão de turistas, contemplando o bonde da V L T, - se assim se pode dizer – o veículo panorâmico a deslizar levemente, suavemente sobre os trilhos, depois de visitar a Cada Brasil e desistir de visitar outras exposições já que as filas eram gigantescas, disse para O Cristiano, um amigo, que fora comigo buscar cervejas: Valeu a pena!? Sim. Digo e afirmo de minha parte! Mas indago de vós, todos aqueles que, por quase sete anos enfrentaram os transtornos que as obras sempre causam, principalmente no trânsito, dificultando o dia a dia dos cariocas. Sim, claro que valeu!

            Depois, conversando com outros amigos, eu dizia do legado que fica para a cidade, os enormes benefícios e tal. Ouvi sérias críticas, do tipo: claro que não valeu a pena! São obras superfaturadas! Demorou-se muito para concluí-las! O Rio virou um caos! Andar pelas ruas do Rio era um inferno! Pensei: obras superfaturadas é uma outra questão que cabe ao legislativo fiscalizar. A demora pode acontecer de fato em virtude de uma série de coisas. O caos no trânsito não é problema só no Rio e tais intervenções vieram para melhorar e toda mudança gera descontentamento, inquietação, críticas e polêmicas. Contudo tais observações ficaram somente no meu pensar, não as expressei, pois entendo que a história está cheia desses fatos e, que ela própria, a história, com o passar do tempo se encarrega de mostrar aos incautos, ou aos intolerantes, ou seria aos membros do Bloco “Mocidade Dependente, que independente do que seja, reclama de tudo” – esse Bloco é atuante e em Cachoeira também tem - que apesar dos transtornos as obras foram necessárias e extremamente necessárias.

   

HÁ 72 ANOS FOI INAUGURADA A AV. PRESIDENTE VARGAS       

Não expressei minha opinião, como já disse em relação aos questionamentos dos amigos. Mas quero recordar um fato, que talvez ilustre o que eu disse em relação ao tempo e a história que se encarregam de trazer à tona, a verdade. Veja você, que há 72 anos foi inaugurada a Avenida Presidente Vargas. Eu não havia ainda nascido, não conheci a antiga avenida. Hoje, caminho como pedestre e trafego de ônibus por essa avenida, quando visito a alguma exposição ou assisto alguma peça teatral no C C B B, quando visito a Igreja da Candelária para participar da missa, me confessar ou para algum momento de oração. É impossível imaginar a cidade do Rio de Janeiro hoje, sem a Avenida Presidente Vargas.

            Como eu disse, há 72 anos, o Rio de Janeiro ganhou uma de suas mais importantes avenidas: a Presidente Vargas foi inaugurada no dia 7 de setembro de 1944, pelo próprio Getúlio Vargas, depois de três anos de obras e polêmica (muitos a achavam faraônica, mirabolante e grandiosa demais para as necessidades da cidade). Ao longo da História, a Presidente Vargas formou, junto com a Avenida Rio Branco, o grande centro comercial, administrativo e econômico do Rio. É também um dos principais palcos da vida política do país: só o comício das Diretas Já, em 1984, nessa esquina, reuniu um milhão de pessoas. Eu era um deles. Cheio de entusiasmo, eu estava lá, - como hoje - acreditando que o Brasil pode ser melhor! A obra da avenida foi criticada, pois muitos a achavam grandiosa. Daqui a algum tempo as obras da região portuária e outras realizadas com vistas às             Olimpíadas, serão talvez, vistas como importantes e quem sabe até como extremamente necessárias. Aí então, a entenderão como legado das Olimpíadas.

Fernando M. Ribeiro

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