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O ESPORTE E A MÚSICA UNEM MULTIDÕES

August 27, 2016

UMAS E OUTRAS DO ESPORTE 

     Quanto mais barulho, melhor. Sabe quando a torcida se exalta e, do alto falante, vem aquela bronca: “Silencio, por favor”? No vôlei de praia, - e nas partidas de handebol - por exemplo, que assisti - acontece o contrário. A euforia do público não é apenas permitida como incentivada na Arena do Futuro, no Parque Olímpico e na Arena de Copacabana. Sob a batuta de animadores, os torcedores curtem som de DJs, aprendem coreografias com uma equipe de dançarinos e até caem no samba, acompanhados por ritmistas e mulatas de agremiações cariocas. Enquanto os jogadores cumprem seu protagonismo nas quadras, a galera dá show à parte. De fato ninguém fica parado.

      Foi lindo ver e participar. Estar inserido nessa festa é fantástico, seja pelo esporte, mas também pela música, o povo se une, o esporte e a musica tem esse poder: unir multidões. Só se mantêm em silêncio quando a bola está em jogo. Basta ela sair da quadra ou tocar na areia, para o incansável DJ tocar som na caixa, mesmo que por alguns segundos. Os locutores regem as arquibancadas: “Direita, esquerda, direita, esquerda” e os torcedores acompanham com os braços. Nos intervalos, a mascote Vinícius pisa na quadra e apresenta uma divertida coreografia.  É uma linda festa, disse ao sobrinho Leandro, com quem assistira as partidas.

 

PHELPS SE DESPEDE COM MAIS OURO NO PEITO

      Papai Phelps de despede com mais ouro no peito. Maior medalhista da história dos Jogos, americano Michael Phelps voltou da aposentadoria para fechar com ouro, uma das carreiras mais brilhantes da história do esporte mundial. Em sua despedida dos Jogos, o americano entrou na piscina do Estádio Aquático para liderar a equipe dos Estados Unidos no revezamento  4x100 m medley. Depois de 3m27s95, ele saiu com a 28ª medalha em olimpíadas, sendo a 23ª de ouro. Muito aplaudido pela torcida, cercado pelos companheiros, cumprimentado por juízes e voluntários, Phelps não segurou o choro ao agradecer o carinho. Na arquibancada, sua mulher, Nicole, e sua mãe Déborah, fizeram o mesmo, enquanto o pequeno Boomer, seu filho de 3 meses, dormia.

            O primogênito foi quem, aliás, fez o papai Phelps mudar a forma de encarar a vida. Depois de passar por problemas pessoais, que envolveram até mesmo a briga contra o alcoolismo, o nadador que só se preocupava com resultados ficou para trás. No Rio, ele desempenhou o papel de ídolo, dando atenção aos atletas mais novos e interagindo com os fãs. Na sexta feira, foi batido pelo fã Joseph Schooling, de Cingapura, na final dos 100m borboleta, e disse que ficou feliz por vê-lo evoluir. Mas na piscina ele provou que, aos 31 anos, o fôlego permanece excelente. Além do revezamento 4x100m medley, ele levou o ouro nos 200m borboleta, nos 200m medley e nos revezamentos 4x100m e 4x200m livre.

 

   23 ANOS SIN SER CAMPEONES         

       Gozações dão o tom na torcida. “Que passa amigo? Que passa?” A pergunta irônica, era feita por um torcedor alagoano, geofísico Pedro Jonas, de 30 anos, a todo e qualquer argentino que cruzava com ele na entrada da Arena Carioca 1. Nas mãos, um cartaz: “23 anos sin ser campeones”, uma zoação com o tempo que a seleção principal de futebol da Argentina está sem títulos. A zoeira está vindo desde o metrô. Pegamos um vagão só com argentinos, vê só! Vão ter que agüentar a gente. Na entrada do ginásio uma discussão ríspida chegou a se formar, com brasileiros pedindo respeito.. a segurança da Guarda Nacional estava reforçada, mas não precisou intervir. O tom era mesmo de gozação: “Mil gols, mil gols. Só Pelé! Só Pelé! Maradona é cheirador” foi o canto dos donos da casa. A arma dos argentinos era o maior vexame da história da seleção brasileira: os 7x1 da Alemanha na Copa.           Durante o jogo, a torcida “hermana” passou o primeiro tempo acuada. Mas cresceu na prorrogação. E saiu de alma lavada. A Argentina venceu a nossa seleção masculina de basquete e o Brasil depende de outros resultados para ir às quartas contra os Estados Unidos. Agora, é rezar para sofrer. (Essa matéria poderia ter como título: Brasil  x  Argentina. Tango in Rio. A seleção argentina foi competente, foi superior e venceu o Brasil, reduzindo as chances de se avançar na competição. Pode-se dizer que fomos eliminados, disse decepcionado, ao sobrinho Rafael, após a partida, no Boulevard Olímpico). O texto entre parênteses, como podes perceber, é apenas uma fala minha.

(Léo Buriá – Jornal Extra – Rio – RJ)

 

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