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September 4, 2019

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LENDO DO ATLETISMO NO ENGENHÃO

 USAIN BOLT     

       Lenda do atletismo dá show em dia de arquibancada lotada e festa na pista. Usain Bolt é sinônimo de superação de limites e toda vez que o velocista corre, leva a torcida ao delírio. O jamaicano que se tornou imbatível já inspirou torcedores que fizeram do Engenhão, - Estádio Nilton Santos - por alguns instantes, um carnaval. Depois que encerraram as competições na parte da manhã, dezenas de pessoas invadiram a pista como se fosse o boulevard olímpico. O grupo aproveitou a falha no controle dos seguranças, que desceram para almoçar logo após a saída dos atletas. Os torcedores tiraram fotos e correram em direção à linha de chegada, como se estivessem disputando uma medalha. A festa aconteceu livremente até que um locutor pediu que os intrusos se retirassem do estádio.

            Bem humorados, responderam com uma vaia e cantaram “O Engenhão é nosso!” Quando as autoridades chegaram, a torcida deixou a pista sem que houvessem maiores problemas. Depois de um dia competições do atletismo com um público pequeno, o Nilton Santos já sentiu os efeitos da presença do jamaicano: nas arquibancadas, quase não havia lugares vazios. A demanda é grande para ver as ultimas passadas de um dos maiores atletas da história. Bolt ainda deve competir no mundial de 2017, em Londres, antes de se aposentar. Mãe da lenda, Jennifer Bolt tem um palpite sobre o que acontecerá. – Espero que ele sossegue, se case e constitua uma família – afirmou à “CNN”. (Bruno Marinho – Jornal Extra – Rio – RJ)

 

 ODEIO CORRER. REVELA UM VELOCISTA

       Pior velocista dos Jogos Olímpicos revela: odeio correr!  Perto de completar 19 anos, Richson Semeon encerrou ontem sua participação nos Jogos feliz à beça. O atleta das Ilhas Marshall, na Oceania, fez a melhor prova da vida no Nilton Santos (11s81), o que lhe garantiu o título de pior velocista olímpico. Detalhe: foi apenas a sexta vez que ele competiu na vida. Até janeiro, Simeon fazia parte do time de futebol americano de uma universidade comunitária na Califórnia, nos EUA. Sem esperar, foi procurado pelo Comitê Olímpico de seu país, para buscar uma vaga no atletismo. – Eu me perguntei: “Eles estão malucos?”

       Quando falaram para o meu técnico na universidade, ele perguntou a mesma coisa – contou ele, aos risos: - Quando competi pela primeira vez e fiz 12s30, fiquei duas semanas longe dos treinos. Descobri que odeio correr. Odeio fazer isso. Mas estar aqui é incrível. Não tenho palavras para descrever. As Ilhas Marshall são um pequeno país na Oceania, ex-colônia americana, com população de 62 mil habitantes. Estão apenas na terceira participação nos Jogos Olímpicos, com só, cinco atletas no Rio. Treinou ao lado da lenda Usain Bolt e confessou ter se sentido intimidado. Mas nada que o faça se arrepender do que viveu até aqui. (Bruno Marinho Jornal Extra – RJ.)

 

EMOCIONADA, EX-ATLETA CUBANA FALA DE SUA TRAJETÓRIA NO ESPORTE E DA RIVALIDADE COM AS BRASILEIRAS

     Mireya Luis, atleta cubana, ex-jogadora de vôlei que,  com a expressão: “Salta chica”, desestabilizava as brasileiras nos anos 90, lança biografia e fala dessa rivalidade do vôlei de seu país, com as brasileiras. “Todos os brasileiros que acompanharam o vôlei nos anos 90 já devem ter odiado Mireya Luiz”, diz Michael Castellar, que escreve para o caderno de esportes do jornal Extra. Confesso que sou um daqueles que não suportava o “salta chica”, o deboche da cubana, tricampeã olímpica e bi campeã mundial. A atleta era a responsável por comandar suas companheiras não somente nas vitórias contra a seleção brasileira feminina de vôlei, como também nas provocações. Considerada a maior jogadora de vôlei de todos os tempos, Mireya foi a mentora de uma das frases que tirava do sério a equipe brasileira: “Salta chica!”. Sempre que as cubanas bloqueavam um ataque, o deboche era certo. Veja trecho da entrevista da atleta:

Por que lançar uma biografia neste momento?

Teve um motivo especial (se emociona). As pessoas pediram que escrevesse um livro, mas não me inspirava escrever sobre mim e muito menos as minhas memórias. Só que, um ano antes de começar a escrever o livro, minha mãe me falou que não lhe restava muito tempo na terra. Então, conversamos sobre o livro e resolvemos que era hora de escrevê-lo.

Como é ser considerada a melhor jogadora de vôlei de todos os tempos?

Isso não me engrandece. O mais importante é que as pessoas sintam que posso ser um exemplo para elas. o importante não é ser a melhor, mas transmitir uma mensagem. Quero que as pessoas se sintam capazes de fazer o mesmo que fiz. Que elas possam jogar o mesmo voleibol, que possam ter três medalhas olímpicas, ser capitã de uma equipe, ser mãe. E que possam levar uma vida digna sem ostentar grandes coisas. Simplesmente compartilhar com os outros.

Como surgiu a rivalidade entre Brasil e Cuba?

Não existe um momento determinante. O nível esportivo do Brasil foi crescendo, a capacidade da equipe, e elas começaram a ver que podiam ser campeãs. Aí que cresceu a rivalidade, porque nós também queríamos ganhar e elas começaram a nos fazer frente. Quando o Bernardinho assumiu como treinador, ele mudou a forma de a seleção jogar, treinar. E aí passaram a acreditar que podiam ser campeãs olímpicas e mundiais.

E a famosa expressão “salta chica”, que tirava do sério as brasileiras. De onde ela veio?

Todos os brasileiros me dizem:  Salta chica, salta chica (risos). A frase surgiu no momento em que dizíamos coisas para provocar as brasileiras. Por exemplo: elas atacavam, nós bloqueávamos e eu dizia: Salta chica, salta chica! E acabou que se transformou em uma frase popular.

Depois de tantas brigas, ficou algum ressentimento?

Claro que não. Adoro todas ela, o respeito é grande entre nós. Há dois anos vim passar o carnaval no Rio e sambamos na Marques de Sapucaí. No próximo ano, quero voltar de novo para dançar com minhas amigas.

Cuba sempre mostrou um preparo psicológico melhor do que as brasileiras, tanto que exploraram essa vantagem. Como era feito o trabalho de fortalecimento mental?

Temos um programa educativo muito forte, essa preparação vem desde que iniciamos na escola. Esse trabalho de fortalecimento psicológico vem da educação, dos valores que vem de seu primeiro treinador, tudo isso te faz mais forte. E essa soma de valores desperta para a vida, faz com que a gente saiba onde quer chegar.

Qual sua análise sobre o atual o atual momento vivido pelo vôlei cubano e brasileiro?

Cuba está muito por baixo, exceto no vôlei de praia masculino. Os motivos são vários. Há saída dos atletas para outros países e a impossibilidade de termos uma seleção treinando por um longo período.  Hoje, a questão econômica move muito o ser humano e nós temos sofrido com esse embate de grandes somas de dinheiro. Já o vôlei do Brasil vai bem. Sempre manteve seus treinadores, sua torcida, tem uma liga nacional que nós não temos, patrocinadores. Em Cuba, temos estrutura, mas falta essa parte mais profissional.

Michael Castellar – Jornal Extra – RJ.

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