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FESTA DO CACHOEIRENSE NÃO REPETIU O SUCESSO DE 2014

November 7, 2016

 

            A Festa do Cachoeirense não repetiu o sucesso dos anos anteriores. Procure ver a programação de 2014 e compare com os programas propostos para 2015 e 2016. Basta lembrar que o distrito não tem ligação asfáltica com nenhuma BR. Se chove, as chuvas danificam as estradas, afugenta quem vem de fora e comprometem a realização do evento. A festa coincidiu com as provas do ENEM, descartando a hipótese da galera jovem marcar presença no sábado. A programação saiu quase que às vésperas da festa, não teve boa divulgação na mídia como nos anos anteriores e não constou na programação nenhum outro tipo de atração além das bandas, barracas e bola (o futebol). Esse ano foi a festa do BBB  – bebida, bola e bandas. - cerveja e outros drinques, bandas no palco, o povo dançando na lama, e a bola rolando para um Flamengo e Tupi a cada ano com menor entusiasmo - Ou seja, os momentos cívicos como o do hasteamento das Bandeiras e a execução do Hino Nacional Brasileiro, o desfile dos estabelecimentos de ensino, o discurso do orador oficial numa saudação aos cachoeirenses e àqueles que nos visitam, uma cantata, a apresentação de um coral, de uma fanfarra. Nada disso se viu!

 A festa ficou vazia culturalmente e isso distancia muita gente, pois nem todo mundo gosta só de barraca e banda. E mesmo quem gosta de cerveja e música, espera também por algum momento cívico-cultural. “A festa se resumiu em tomar cerveja e pular no barro, se chover!” dizia um cachoeirense decepcionado. Nem a tradicional barraca com mesas e cadeiras para se sentar, temos esse ano Alguns casais que nos visitaram, foram embora frustrados quando confirmaram no cartaz da festa que não havia nada nesse sentido e comentaram: “esperar para quê, se nem a Bandeira de Cachoeira vejo no mastro?

Não foram poucas as pessoas a lamentarem por essa ausência cultural, esse desinteresse pela cultura e a indiferença por parte dos educadores de organizarem um desfile cívico, sequer uma apresentação da fanfarra e, muitos deles nem compareceram  ao local da festa para prestigiar as festividades. Essa demora em divulgar a programação é outro fato que mais uma vez repercutiu negativamente. “Só na terça feira é que vi a programação”. “Eu nem sabia que ia ter a festa”. “Também vi agora o cartaz ali na parede”. Esse era o diálogo de duas jovens, nas escadarias da Matriz.

O responsável por essa matéria faz parte desse grupo de descontentes, mas acredita que não é só da Prefeitura essa responsabilidade. Além das Escolas Estadual e Municipal, outras associações deveriam se envolver. É direito do povo a festa, mas não o impede de ter também responsabilidades para com sua realização, de propor, de se envolver. A Paróquia também foi omissa. O padre João não exortou o povo a comemorar o seu dia, a festejar a sua terra com alegria.  A equipe de Liturgia não fez menção à data, nada que lembrasse o dia do cachoeirense, nem nas orações dos fiéis se ouviu uma prece em nome de seu povo, em nome de Cachoeira. Isso é inconcebível.

Mas temos um Deus que não nos desampara, temos em São Sebastião o nosso padroeiro, um soldado do Senhor a olhar pela sua Cachoeira Alegre de forma que os três dias de festejos se transcorreram num clima de paz e muita harmonia, sem nenhum “BO” Boletim de Ocorrência, sem grandes problemas para a Polícia Militar que se fez presente e a Equipe de Seguranças que deu também sua contribuição.

 

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