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TUPI E FLAMENGO, UMA HISTÓRIA DE EMOÇÕES, SEMPRE

November 7, 2016

 

Flamengo e Tupi, o clássico cachoeirense que ano após ano ainda atrai uma legião de torcedores apaixonados ao estádio para aplaudir o seu time e vibrar com a conquista do troféu “Garra cachoeirense”, mais uma vez protagonizaram um belo espetáculo. O alvinegro da Rua Souza Aguiar jogava bem e vencia por dois a zero dando a impressão de que liquidaria a partida. Mas como todo jogo de futebol, não se pode menosprezar o adversário, principalmente em se tratando de um clássico como Flamengo e Tupi e muito menos comemorar uma vitória antes de o árbitro encerrar a partida.

O que ocorreu então? Indaga o torcedor ansioso, que ainda desconhece o resultado. O rubro-negro reagiu, equilibrou o jogo e empatou a partida em dois tentos a dois, no tempo regulamentar. A partida foi decidida então nas cobranças de penais. O Tupi já havia desperdiçado uma cobrança e o rubro-negro seguia em vantagem no placar. Com uma defesa espetacular do goleiro Douglas, o Flamengo assegurou a vitória por 3 x 2 e conquistou mais uma vez o Troféu Garra Cachoeirense: Taça José Tião, levando a galera ao delírio.

Com essa conquista, o Flamengo leva para a sua galeria, mais um importante troféu. O jogador José Tião, atleta exemplar, falecido recentemente, foi lembrado pela Comissão da Festa com a Taça em seu nome, numa justa homenagem àquele que defendeu as cores do Flamengo ao longo de muitos anos, com um futebol refinado, com uma garra e determinação que, em campo se traduzia em conquistas. O Zé Tião que tantas vezes vencera esse clássico, desde as competições distrital, intermunicipal e jogos amistosos; agora, das arquibancadas celestes assiste a mais uma conquista de seu Mengão e tem o seu nome escrito em definitivo na história do clube. “Zé Tião será sempre lembrado pela torcida rubro-negra, pois no coração da galera ele já tinha lugar cativo. “Essa vitória oferecemos a ele. Ele nos ajudou a conquistá-la”, disse um jogador do Flamengo, pouco antes de receber o troféu.

A história de Flamengo e Tupi é sempre assim, cercada de emoções. Essa rivalidade já dura quase um século. Percebo que a paixão permanece e se renova a cada ano. A julgar pelo entusiasmo das duas torcidas, essa rivalidade vai perpetuar. Isso de certa forma é muito bom porque estimula os atletas, acirra ainda mais o desejo de vitória e torna o espetáculo a cada ano mais emocionante. E o fato de saber que ao final de cada competição as duas equipes se juntam para uma grande confraternização é algo pra lá de extraordinário, pois a rivalidade é apenas dentro de campo. Fora das quatro lenhas não há adversários, mas cidadãos cachoeirenses em festa. A torcida faz a sua festa, mas também não há as provocações de antes. É uma festa saudável!

Pensar que em décadas passadas, 40, 50, 60 e 70 os dois clubes não podiam se enfrentar em seus próprios Campos, por causa da suposta violência, os possíveis enfrentamentos. Tamanha era a rivalidade que uma partida entre as duas equipes em Cachoeira Alegre, poderia ter índice de violência de proporções gigantescas. As conseqüências, os riscos eram iminentes, portanto as partidas eram disputadas em campo neutro. Durante algum tempo na cidade de Palma e posteriormente em Barão ou Silveira Carvalho. Hoje, tudo é festa, jogo muito disputado, mas pacífico e ao final é só confraternização!

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