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23 DE NOVEMBRO: DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS A MULHER NA BÍBLIA – MARIA GRÁVIDA DE DEUS

November 23, 2016

 

Neste tempo de Advento somos convidados a uma atitude de preparação profunda para o encontro com o Senhor. Celebrar o Natal não é comemorar infantilmente “festinha de aniversário de Jesus”, mas sim, fazer memória dos eventos libertadores do nosso Salvador, Messias e Senhor Ressuscitado. Celebramos a opção de Deus de se  fazer um de nós, nos meios dos pobres, migrantes, pastores, - opção de vir morar entre os que sofrem para redimi-los. Por outro lado são os necessitados que sabem entender, acolher e confirmar a salvação que Deus dá à humanidade, no mistério da impotência e da pobreza da jovem Maria de Nazaré e de uma criança nascida na periferia.

            Os Evangelhos referem-se apenas oito vezes a Maria, a escolhida no meio dos pequenos para a missão de mãe do Filho de Deus. Estes textos nos contam que Maria é pobre. As cenas do Evangelho nos comprova que a Mãe de Jesus é mulher do povo. Maria e José são um casal de pobres, para quem não há lugar no mundo dos grandes;  uma pobreza que chega à indigência material, resultado da exploração por parte dos ricos, mas estes indigentes se tornam o símbolo de quem não perde a esperança e oferece sua ajuda para que Deus mude a situação da humanidade toda.

            Maria, comprometida em casamento com José, encontra-se, “grávida de Deus”, em uma situação que só a fé pode explicar. Maria é mãe:  Os textos a chamam sempre de Mãe de Jesus e às vezes nem põe o nome dela. Está ligada ao Filho como toda mãe, mas sabe deixá-lo em liberdade para cumprir sua missão. Como mãe, Maria está presente  nos momentos mais difíceis  e cruciais de sua vida, na encarnação, no nascimento, na primeira visita ao Templo de Jerusalém, no começo de sua missão, em Caná da Galiléia, quando Jesus está cercado pela multidão e no momento da cruz.

            Maria é mulher cheia de fé: muitas vezes pensamos que tudo era muito fácil para Maria, que ela soubesse de tudo; pensamos que ela conhecia magicamente seu filho como Filho de Deus. Mas o evangelho faz entender que Maria caminha na obscuridade da fé. Só existe fé, quando não conhecemos, não sabemos e no entanto acreditamos. Sua prima, Isabel lhe disse: “Feliz você que acreditou”. Não podemos fantasiar – nem tudo Maria compreendia, mas assumia caminhos que a fé em Deus indicava. Era e é bendita entre as mulheres devido à naturalidade de sua fé. Que o Advento nos torne grávidas e grávidos do projeto de Deus, como Maria!

Pe. Orlando Gambi

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