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AI QUE SAUDADE DA CACHOEIRA DE OUTROS TEMPOS!

January 1, 2017

 

ADEUS ANO VELHO, FELIZ ANO NOVO!

         Foi com alegria e descontração que o cachoeirense se despediu de 2016. Na matriz, outra vez o padre João celebrou para poucas pessoas que, lá estiveram para agradecer a Deus por mais um ano de trabalho e de conquistas, de tristezas e alegrias como de fato é a vida de todos nós. Nos bares, nas ruas, as pessoas se juntaram para se confraternizarem, para se despedirem do ano de 2016 e saudar 2017. Como o JUPTER clube não realiza mais os tradicionais bailes na noite da “virada”, muita gente opta por viajar para o litoral. Aqueles que não o fazem se reúnem nas suas casas, nos seus sítios, espaços de lazer à beira da piscina, com uma taça de champanhe, erguendo um brinde à vida, saboreando o bom churrasco ou diante de uma mesa de frios, carneiro, cabrito ou leitoa. Cada um no seu quadrado faz a sua festa e recebe o Ano Novo cheio de planos e na maior expectativa, na certeza de que 2017 será melhor que 2016.

        Diferentemente de anos atrás, quando Cachoeira tinha ainda mais dificuldades, essas datas comemorativas eram mais interessantes. Hoje parece que se esqueceu a coletividade, vive-se num mundo individualista onde ao pouco importa ter ou não alguém do seu lado, outro não faz diferença, ele se basta. O resultado disso é um mundo solitário e pessoas cheias de angústias, ressentimentos, orgulho, vaidades, depressão. E em um ambiente assim não há clima para festa, não se abre a porta do coração, não se celebra a vida.

        Se consultares antigas edições do jornal Novo Tempo, vais encontrar lá manchetes do tipo: “A Praça da Figueira estava repleta e o entra e sai na Lanchonete CÊ KI SABE no baile de réveillon.” A edição de Dezembro/Janeiro de 2002 dizia: ”... às 22h, já era grande a concentração de pessoas que ocupavam as mesas da Lanchonete SÓ PRA NÓS, no calçadão da Mário Ribeiro e outras mesas na Praça da Figueira; viviam a expectativa de saudar 2002, enquanto tomavam seus drinques, aguardando a queima de fogos e o momento de soltar a voz na DANCETERIA GUIMARÃES, com a Equipe CIBORG, que prometia uma grande noite entre sorrisos, abraços e votos de Feliz Ano Novo.” Noutra edição: “Réveillon com chuva, apagão, cerveja, batucada e alegria”.

“... Diferente foi para aqueles que desistiram de esperar pelo retorna da energia e se dirigiram à CABANA FUNDO DE QUINTAL, nas proximidades da Boca da Ponte, - que sofrera o apagão – onde a noite foi fantástica, com um super baile, com muita luz, cores e alegria; quando se despediram do Ano Velho e saudaram a chegada de 2002.” Se você for mais detalhista e paciente vai encontrar notícias falando de bailes de virada de ano no JUPTER CLUBE, na CABANA TROPICAL, na CABANA MEIA LUA, de queima de fogos e chuva de papel picado na Praça da Figueira. Há quem se aborreça quando alguém a passeio visita a terrinha e diz: “Ai que saudade da Cachoeira de outros tempos!” Alguém explica isso, se as facilidades são infinitamente maiores, ruas asfaltadas, melhor iluminadas, melhor poder aquisitivo e outros pontos positivos? Temos então uma juventude omissa? Uma sociedade alienada? Que Cachoeira é essa que estamos construindo?

Fernando M. Ribeiro

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