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É DISSO QUE O POVO GOSTA É ISSO QUE O POVO QUER?

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DOIS TOQUES E O MESMO TOM

PRIMEIRO TOQUE:

     É senso comum que o patrimônio público é de todos. Logo, qualquer cidadão de bem tem por bem tem por dever zelar pela preservação do mesmo. No entanto, na vida prática, nem sempre é isso o que acontece. Nossa reportagem deu um giro por Cachoeira Alegre, conversou com alguns moradores e registrou alguns flagrantes como carros estacionados nas calçadas, cercar de bambus e garagens em cima do meio fio das ruas, bancos das praças totalmente danificados, mesas de jogos da Praça Maria Archetti destruídas, muitos postes sem lâmpadas com ruas mal iluminadas, vidraças da Matriz quebradas, torre da Matriz rabiscada com palavrões, Prédio do Museu, Capela de Velório e Muros do Cemitério e do Colégio emporcalhado por pichadores, Escadas de acesso à Av Antonio Fani quebradas, uma sequencia de quebra molas de terra na Av. Antonio Fani, feitos sem prévia consulta à Prefeitura.

     Outro dia quando questionava a demora da conclusão das obras pela atual administração municipal ouvi de um jovem o seguinte: “será que mesmo sendo editor de um jornal você desconhece a crise pela qual estamos passando?” Não a desconheço. Ela existe sim. Mas essa tão alardeada crise não é motivo para que nada aconteça no âmbito municipal, estadual e federal. As licitações aconteceram, mas onde estão as empresas e seus funcionários? Quebrou-se aqui e acolá e tudo está estagnado. Nós brasileiros temos dificuldade de lidar com as coisas públicas. Além de se preservar o patrimônio que é nosso, temos que reivindicar do prefeito que ora inicia seu segundo mandato a retomar as obras que estão paralisadas a meses e concluí-las; para, então, viabilizar novos projetos e esquecer festas e foguetes.

 

SEGUNDO TOQUE:

      Cachoeira Alegre é conhecida, dentre outras coisas, pela sua religiosidade. A ponto dela se manifestar, com fervor, entre os jovens, que não só acompanham a programação da Igreja Matriz e das demais Igrejas e capelas que compõem a Paróquia de São Sebastião, como também anseiam pelos encontros religiosos, os eventos católicos promovidos por elas, capazes de reforçar a fé e torná-la ainda mais acessível às novas gerações. Um desses eventos que faz grande sucesso e cria sempre expectativas para o calendário religioso de cada ano é a Festa do Padroeiro, São Sebastião.

      A atração existe há mais de um século, é muito conhecida na região e muito aguardada pelo cachoeirense não residente em Cachoeira, mas que nessa ocasião faz as malas e vem rever os amigos e participar da grande festa na “terrinha”. Não só a Festa de São Sebastião, como também outros eventos da comunidade – festa do cachoeirense, Carnaval e outros - vem se prejudicando de forma irreparável com a demora dos organizadores em elaborar, confeccionar e divulgar o programa. Agora, por exemplo, ninguém sabe da programação da Festa do padroeiro São Sebastião! Você já viu um programa Já ouviu de alguém sobre o horário das missas, a cavalgada, o baile no JUPTER, O leilão de gado, a Procissão?

    Assim começamos mais um ano: Pede a banda pra tocar um dobrado... Olha nós outra vez no picadeiro... Os foguetes serão queimados para animar a festa como se fosse a Banda do Zé Pretinho de Jorge Benjor. Pão e circo. Se é disso que o povo gosta se é isso que o povo quer...

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