Editor: Fernando Mauro Ribeiro - portalnovotempo.com - © 2017 PORTAL NOVO TEMPO CACHOEIRA ALEGRE/MG.

  • Facebook - Black Circle
  • Twitter - Black Circle
  • Google+ - Black Circle
Please reload

Posts Recentes

       Quando a Palavra toca o coração das pessoas, elas compreendem melhor o amor de Deus por elas. Quando tomados pela misericórdia divina...

CELEBRAMOS NESSE DIA 04, OS 24 ANOS DE IDEALIZAÇÃO DA FUNDAÇÃO

September 4, 2019

1/1
Please reload

Posts Em Destaque

11 DE FEVEREIRO: DIA DO ENFERMO

NA JUVENTUDE DULCE JA ACOLHIA OS DOENTES NA CASA DOS PAIS

IRMÃ DULCE, O ANJO BOM DO BRASIL

          

      Está no Wikipédia: “Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes (Salvador, 26 de maio 1914 – Salvador 13 de março de 1992), mais conhecida como Irmã Dulce, Beata Dulce dos Pobres ou Bem-Aventurada Dulce Bahia’, foi uma religiosa católica brasileira. Irmã Dulce ganhou notoriedade por sua obras de caridade e de assistência aos pobres, e necessitados, obras essas que ela praticava desde muito cedo. Na juventude já lotava a casa de seus pais acolhendo doentes. Ela também criou e ajudou a criar várias instituições filantrópicas: uma das mais importantes e famosas é o Hospital Santo Antonio, que foi construído no lugar do galinheiro do Convento Santo Antonio. Hoje atende mais de cinco mil pessoas”.

        O filme lançado no fim de 2014 é muito bom. O roteiro é simples e a história de vida da pequena freira baiana, nascida numa família de classe média, que viveu e morreu com fama de santidade, não é contada em detalhes, até porque a dimensão de sua obra é imensa. Mas o ponto forte do filme é a mensagem evangélica vivida nos anos 60 de vida religiosa de Irmã Dulce. “Amar o próximo como a ti mesmo”. Como eu vivo esse mandamento de Cristo?  Este é o grande apelo para quem assiste ao filme.

      Chamou a atenção o fato de o filme comunicar os elementos da fé católica sem distorções: Irmã Dulce é retratada como autêntica freira católica, feliz em sua vocação, submissa às leis da Igreja, e que busca na oração diálogo que alimenta suas ações. Além disto o filme não escondeu que Irmã Dulce teve que lutar contra a incompreensão dos seus superiores, quando sua missão entra em conflito com as normas e horários rígidos de sua congregação. Contudo, o êxito de suas obras dá prova de que o rigor e a disciplina dentro da Igreja está muito harmonizados com o amor.

              Guardo bem viva na memória dos meus tempos de infância e inicio da adolescência, numa época em que a mídia não tinha a exposição como há hoje, a imagem marcante daquela mulher que vivia rodeada de pessoas muito pobres, excluídas da sociedade. Confesso que não entendia tão bem tamanho desapego de si próprio para ajudar os mais necessitados. Durante algum tempo classifiquei isso como mero assistencialismo. Curioso que, apesar de ter avançado em minha compreensão espiritual do amor, este filme veio me ensinar ainda mais com as palavras da própria Irmã Dulce: “ assistencialismo, meu filho, tira proveito político da situação do pobre. O que nós fazemos aqui, deveria ser direito essencial do cidadão... o meu partido é a pobreza... tudo seria melhor se houvesse amor”.

             Nesse dia 11, dia do enfermo devemos louvar a Deus por nos ter enviado Irmã Dulce, aquela que se abriu à graça do Pai, assumindo desde menina, terna e radicalmente, a vocação a que todos somos chamados: de sempre amar, de cuidar daqueles que passam por nossas vidas. Todos temos sede de amor. Salve Dulce dos enfermos, salve Dulce dos pobres!

Fonte: Revista da Paróquia São Pedro Jacareípe – Arquidiocese de Vitória – ES.

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Siga
Please reload

Procurar por tags