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QUE PAÍS É ESSE?

            O mundo vive uma crise de valores. Enquanto o desemprego paira sobre as cabeças de todos, a ponto de profissionais de nível superior buscarem qualquer atividade fora de sua área, cifras astronômicas envolvem transferências e contratos de jogadores de futebol. Nas artes, os destaques são a mulher Moranguinho e outras mulheres frutas, (desfrutáveis) As Popozudas e Tati Quebra Barraco,  rainhas do funk. Mudam os nomes as mercadorias são as mesmas. Músicas sem qualidade. Letra e música não importam, basta saber rebolar, (é assim que se dizia antes) bater bundinha, tremer o bumbum (é assim que se dizia ontem) exibir a bunda, (desculpe-me expressar dessa forma, mas é esse o linguajar de hoje) e vira celebridade.

            Depois de tomar um porre de Compadre Washington, Jacaré, Carlas e Sheilas, depois da turma do  Tchan reinar durante anos, pensei que o quadro fosse mudar. Mas não, nos nossos eventos, seja ele carnaval, festa junina, festa de 15 anos, festa de formatura; o que se ouve é o batidão. Ah, e ainda existem coisas piores, dizem. Há os proibidões, que tocam nos bailes funks das comunidades. Entendo que seja uma forma de se expressar, da comunidade que não tem voz, nem vez.

               Mas que se expressem apresentando o que têm de bom, porque há muita gente boa nessas comunidades. Há gente que rala a semana inteira, para colocar o pão de cada dia na sua mesa. Há gente de valor, por que então apresentar “músicas” que fazem apologia ao tráfico, à violência, aos dominadores dessas facções , os bondes do terror, os arrastões das praias, às drogas. Não são esses os valores dessa gente, por que ostentar isso, porque ensinar isso às nossas crianças?

               A mídia tem uma responsabilidade e a televisão principalmente, que alia som e imagem e tem um alcance muito maior e, deveria ter um compromisso cultural com a coletividade. Os nossos governantes falam em educação de qualidade, mas que qualidade é essa? Que educação é essa? Que país é este? Pergunta Renato Russo e todos nós brasileiros que sonhamos com tempos melhores.

Fernando M. Ribeiro

 

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