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QUINTA FEIRA SANTA EM CACHOEIRA ALEGRE

April 13, 2017

          SANTA MISSA, LAVA-PÉS E ADORAÇÃO EM CACHOEIRA ALEGRE

      Foi nesta noite santa em que o Senhor instituiu a Eucaristia, o Sacerdócio ministerial e nos deu o grande mandamento do amor: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. O amor libertador do Pai que libertou o povo escravizado no Egito chegou até nós, no meio de nossa história, por seu Filho Jesus Cristo. Ele é a Aliança eterna do Pai. Aquele que é o senhor de tudo, da história e do mundo, humildemente lavou os pés dos discípulos. Quanto ainda temos para aprender e para caminhar. Vivemos numa sociedade consumista, nesse capitalismo selvagem que, em nada lembra os ensinamentos do Mestre.

     Deus libertou seu povo e prescreveu que a libertação seja festejada solenemente; e na Eucaristia encontramos a libertação que desejamos e a vida que precisamos. O Verbo eterno do Pai assumiu nossa condição humana e nos libertou por sua cruz. Nele encontramos a vida e a redenção. O Filho de Deus sabia que seria traído por Judas, negado por Pedro, humilhado, flagelado e pregado numa cruz e, por amor ao Pai e à humanidade Ele se fez obediente ate à morte. Jesus é apaixonado por nós. Mesmo sabendo que o crucificaríamos, Ele reuniu os seus amigos e para permanecer muito perto de nós, instituiu a Sagrada Eucaristia. Aproximemo-nos pois, da Fonte eterna de vida. Fonte que mata nossa sede de salvação, pois a Eucaristia vivida nos faz lavar os pés dos pobres e necessitados, dos tristes e abandonados, fazendo-nos servidores como Jesus.

      A celebração da quinta feira tem inicio pela manhã, com a celebração da Missa dos Santos Óleos, onde os padres das paróquias que compõem a diocese se fazem presentes e levam consigo um casal que represente a comunidade. Essa cerimônia sempre aconteceu na Catedral de Leopoldina, nossa diocese. Esse ano, porém, a celebração se realizou na Paróquia de Belisário, distrito de Muriaé. Foi uma decisão do Bispo Dom José Eudes, ao que parece, atendendo ao apelo do Papa Francisco que disse para os bispos e padres saírem de suas Dioceses, Paróquias e Igrejas para ir ao encontro do povo.

      Na Paróquia São Sebastião de Cachoeira Alegre houve a Missa com a cerimônia de Lava-pés em diversos horários, já que nosso pároco João Pedro, atende não só a cede, mas, também outras igrejas auxiliares. Assim, a celebração em Cachoeira, foi às 17h. Os fiéis compareceram em grande número, porém, a Matriz de São Sebastião não estava cheia como nos anos anteriores e, credita-se a isso, o horário antecipado em relação aos demais anos, quando a missa acontece entre 19 ou 20 horas; quando as pessoas já deixaram seu serviço e aqueles que trabalham fora já estão disponíveis para participarem.

     Padre João Pedro fez uma bela celebração encerrando o período da quaresma que se encerra com a Liturgia das Vésperas da Quinta feira Santa. Com a missa da Ceia do Senhor – dia da instituição do sacramento da Eucaristia, do Sacerdócio e do Mandamento do Amor abrindo com esta solenidade do Tríduo Pascal. Assim estabelece a orientação litúrgica do Vaticano II. Tríduo significa os “três dias” nos quais se realiza o mistério redentor de Cristo.  A Quinta feira Santa nos oferece o momento sacramental do próprio mistério que vamos celebrar de forma permanente. O que Jesus mandou celebrar em sua memória, Ele mesmo no-lo deu em sacrifício pascal. Com a igreja perpetuamos esse sacrifício salvífico de Cristo.

 

O LAVA PÉS: O lava-pés é um rito complementar dentro da Liturgia, e é realizado depois do Evangelho e da homilia. Ele ajuda a compreender o grande preceito da vida cristã, que é o serviço de amor e de fraternidade. Normalmente chamamos a celebração de quinta feira santa de “Missa do Lava pés”, mas o fundamenta, o essencial e o insubstituível é o MISTÉRIO PASCAL DE CRISTO, dia em que Cristo instituindo a Eucaristia, pede aos apóstolos que a celebrem em sua memória. O lava-pés é o sinal da Eucaristia ou da memória pascal de Cristo que nos amou até o fim, em nosso serviço de amor e de fraternidade com os irmãos. A celebração da Ceia do Senhor nos conduz para dentro da celebração do Tríduo Pascal. À meia noite começa o Tríduo pascal de Jesus.

 

              NA CAPELA DO SANTÍSSIMO: A ADORAÇÃO EUCARÍSTICA

         Depois da santa missa se dá a transladação do Santíssimo Sacramento. O Santíssimo é incensado, forma-se a procissão com os doze apóstolos conduzindo o pálio e, sob ele o sacerdote que leva o Santíssimo até a capela preparada para a adoração dos fiéis. Chegando ao local da exposição, o presidente deposita o cibório no tabernáculo. Incensa novamente o Santíssimo, enquanto se canta o cântico “Tão Sublime Sacramento”. Em outra época, a adoração se estendia pela madrugada ou durava a noite toda. Atualmente se recomenda que a adoração seja feita até à meia noite, em ação de graças pelos dons do Senhor. Não podemos é perder o sentido do “dom da Páscoa” ou o “dom do sacrifício pascal”, que é exatamente o mistério da morte de Cristo.

      A Capela do Santíssimo esteve permanentemente ocupada pelos fiéis em adoração até a meia noite. Foram aproximadamente seis horas de adoração e, para cumprir esse período, foi feita uma escala para as pastorais se encarregarem de dirigir as orações dos horários pré-determinados, embora fosse livre para todos participarem. Dado que a Sexta-feira Santa é um dia alitúrgico, ou seja, sem a celebração da Eucaristia, e porque nesse dia se distribui a Sagrada Comunhão, conserva-se o Santíssimo na Capela para a comunhão dos fiéis.

 

                          QUINTA FEIRA SANTA EM JERUSALÉM

“A ultima ceia no Cenáculo e a Hora Santa na Basílica do Getsêmani. Agonia, traição, flagelação, morte e Ressurreição”.

        A Quinta feira Santa começa com a celebração na Basílica do Santo Sepulcro, ainda na parte da manhã, com a bênção dos santos óleos e a missa do Lava-pés. À tarde, os franciscanos fazem uma peregrinação até o Cenáculo. À noite, é o momento da liturgia solene na Basílica do Getsêmani. A hora santa presidida pelo Padre Pierbattista Pizzaballa, Custódio da Terra Santa, é transmitida para o mundo todo pelo Christian Media Center, Centro de Comunicação dos franciscanos, e conta com a colaboração de 28 canais cristãos em seis idiomas: italiano, espanhol, francês, inglês, árabe e português. Para o Brasil e Portugal a celebração é transmitida através das TVs Canção Nova e Aparecida.

        É tradição dos jovens cristãos de Jerusalém, após o encontro no Getsêmani, atravessar o Vale do Cedron em uma outra procissão, muito expressiva, com tochas que iluminam a caminhada até o Santuário  do Galicantu, que faz memória à prisão e negação de Pedro e, depois, do julgamento diante de Caifás e do Sinédrio. Não muito longe estão os lugares que recordam a flagelação e a condenação de Cristo, de onde sai carregando a cruz até ao Calvário. A Igreja da Flagelação foi construída pelos cruzados no século XII. Depoi, ficou abandonada por centenas de anos até 1839, quando foi comprada pelos franciscanos e reaberta ao culto. Junto à Igreja da Flagelação está também o Santuário da Condenação.

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