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September 4, 2019

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HISTÓRIA DE HEROÍSMO E TRAGÉDIA ESTÁ NA ORIGEM DESSE DIA...

PRIMEIRO DE MAIO: DIA DO TRABALHO

 

          O Primeiro de Maio marca uma data muito especial para os trabalhadores de todo o mundo. Por quê? Uma história de heroísmo e tragédia está na origem do Dia Internacional do Trabalho, comemorado no mundo inteiro, no dia primeiro de maio. Em 1866, Chicago, nos Estados Unidos, já possuía uma indústria nascente. Como não havia nenhuma regulamentação que mediasse o relacionamento entre patrões e empregados, quem tivesse mais poder fazia prevalecer os seus pontos de vista – e o poder sempre estava com os patrões.

         O resultado natural desse desequilíbrio de forças era a absoluta explosão da mão de obra. Os operários da cidade chegavam a cumprir jornada de trabalho de 14 a 16 horas diárias, muitas vezes em péssimas condições e sem qualquer tipo de direito. Não demorou para que estourasse a revolta entre os trabalhadores. Unidos e dispostos a irem até o fim, 1.800 cruzaram os braços para protestar e reivindicar a redução da jornada para 8 horas diárias.

         A reação dos patrões foi violentíssima. Com o poder e as armas a seu lado, os capitães da industria de então mandaram sufocar o movimento à bala. O saldo foi terrível: seis trabalhadores mortos e 50 feridos. O sacrifício não foi de todo em vão: o massacre levou a sociedade norte-americana a debater a questão. – e a jornada de trabalho foi reduzida para 8 horas diárias. Desde então o primeiro de maio passou a ser adotado em todo o mundo como a data símbolo dos trabalhadores e de suas conquistas.

 

 

PUS O SINO E O BADALO, ENCHI MINHA MÃO DE CALOS...

Intérprete: Zé Geraldo

Compositor: Geraldo Nunes

        Para essa canção, há muitas gravações. Entre eles dois Zés: O Zé Geraldo e o Zé Ramalho. Ambos com grande sucesso em execução nas rádios e TVs. Zé Geraldo foi quem primeiro gravou e, muita gente pensa e diz que é de sua autoria. Não é! Tenho em minha discoteca uma fita cassete original, de Geraldo Nunes que atesta ser ele o autor da música. Gerado Nunes tem outros sucessos gravados por ele próprio e por outros artistas. Um exemplo disso é a música “O bom rapaz” que fez sucesso retumbante, na voz de Wanderlei Cardoso e equivocadamente pensam que é do ídolo da Jovem Guarda.

        A origem do Dia do Trabalhador é conhecida, fiz tal registro acima, apenas para relembrar as dificuldades enfrentadas naquele tempo.  Dificuldades ainda existem e estão aí para serem vencidas. A maior dificuldade hoje, é não ter emprego. É enorme, é gritante, é absurdo o número de desempregados.

        A Canção “O Cidadão” retrata fielmente a batalha que se vive no dia a dia o empregado – que a ele é negado o direito de contemplar uma obra que ele próprio ajudou a edificar - e aquele,  que sem emprego, vive a vagar, de porta em porta, suplicando por um trabalho. Uma homenagem do Portal Novo Tempo a esses heróis anônimos: o Trabalhador!

Fernando M. Ribeiro

 

 

CIDADÃO

Intérprete: Zé Geraldo

Compositor: Geraldo Nunes

Tá vendo aquele edifício moço /Ajudei a levantar. /Foi um tempo de aflição /Era quatro condução /Duas pra ir, duas pra voltar. /Hoje depois dele pronto Olho/ pra cima e fico tonto /Mas me chega um cidadão /E me diz desconfiado / Tu tá ai admirado? /Ou tá querendo roubar? /Meu domingo esta perdido /Vou pra casa entristecido/ Da vontade de beber /E pra aumentar o meu tédio/ Eu nem posso olhar pro prédio/ Que eu ajudei a fazer/ Ta vendo aquele colégio moço/ Eu também trabalhei lá / Lá /eu quase me arrebento, /pus a massa Fiz cimento, /ajudei a rebocar./ Minha filha inocente/ Vem pra mim toda contente /Pai vou me matricular /Mas me chega um cidadão/ Criança de pé no chão /Aqui não pode estudar. /Essa dor doeu mais forte / Por que é que eu deixei o norte /Eu me pus a me dizer/ Lá a seca castigava /Mas do pouco que eu plantava /Tinha direito a comer. /Ta vendo aquela igreja moço /Onde o padre diz amém. /Pus o sino e o badalo /Enchi minha mão de calo /Lá eu trabalhei também./ La sim valeu a pena/ Tem quermesse, tem novena/ E o padre me deixa entrar/ Foi lá que Cristo me disse/ Meu rapaz deixe de tolice /Não se deixe amedrontar./ Fui eu quem criou a terra/ Enchi o rio, fiz a serra/ Não deixei nada faltar/ Hoje o homem criou asas /E na maioria das casas /Eu também não posso entrar.

 

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