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A CAMINHO DO PAI (O purgatório)

May 14, 2017

                                        UM PEQUENO TESOURO

         A partir desta edição de Maio de 2017, estamos lançando mais uma coluna intitulada “A Caminho do Pai”, que você pode nos acompanhar mês a mês. O sub-título é “O Purgatório”. Mas, não te assustes com o nome. Antes, leia e busque se aprofundar sobre o assunto e verás que não há porque temer. Nessa Coluna, traremos compilação de muitos e orações sobre as almas do purgatório. Nela você poderá aprender um pouco mais sobre a eternidade de sua própria alma.

          Estes mesmos textos e orações foram anotados por uma alma devota, que hoje do céu acompanha os frutos de seu amoroso trabalho. Os textos são extraídos de um pequeno livreto – pequeno no tamanho, mas, grande em conteúdo – assinado por Regina Turchenski e publicado pela Odorizzi Editora Gráfica. Nosso objetivo é levar até aos nossos leitores um pouco mais de conhecimento acerca desse assunto – o purgatório – e divulgar a devoção às santas almas, que tanto necessitam e esperam pelas nossas orações.

           O Espírito Santo Canoniza esta devoção. Sactum exorate pro defunctis. (II Macabeus 12, 38-46). Eu sou a Mãe das almas do purgatório; e em qualquer hora se aliviam em certo modo suas penas, por meus rogos. (Maria a S. Brígida). O perdão das ofensas é o ato  mais meritório de paciência, para aliviar as almas; dizem os santos. Os mortos podem vir em nosso auxílio, conforme a doutrina do Corpo Místico de Cristo. Há uma reciprocidade. Como os vivos. (Cardeal S. Belarmino). Sempre com os olhos fixos, como mendigo que estende a mão, nossos mortos esperam aquelas orações... Os Papas Urbano IV, Martinho V, Xisto IV e Eugenio IV concederam 200 anos de indulgencia para quem ouve ou manda celebrar a Santa Missa. Só o propósito de ouvir a Missa alvoroça as almas. Se agora propondes ir à missa, desde já as consolais. (Santo Anastácio)

 

                                   A EXISTÊNCIA DO PURGATÓRIO

     O purgatório é um lugar de sofrimentos em que as almas se purificam, solvendo suas dívidas, antes de serem admitidas no céu, onde só entrará quem for puro. Sua existência se baseia no testemunho da Sagrada Escritura e da Tradição. Vários Concílios o definiram como dogma; Santos  Padres e Doutores da Igreja o atestam a uma só voz. Há uma prisão da qual não se sairá senão quando tiver pago o ultimo centavo. (Mat. 18, 23-35).

 

                                     COMO SÃO ESQUECIDOS OS MORTOS

               A Igreja, querendo que não nos esqueçamos das almas, consagrou um dia inteiro todos os anos à oração pelos finados. Determinou que em todas as missas houvesse uma recomendação e um momento especial pelos mortos. Ela aprova, sustenta e estimula a caridade pelos falecidos. Como são esquecidos os mortos! Exclamava Santo Agostinho! E no entanto acrescenta São Francisco de Sales, em vida eles nos amavam tanto. Nos funerais: lágrimas, soluços, flores. Depois um túmulo e o esquecimento. Morreu... acabou-se! Se cremos na cremos na vida eterna, cremos no purgatório. E se cremos no purgatório, oremos pelos mortos. O purgatório é terrível e bem longo para algumas almas.

                  São Francisco de Sales tinha medo de seus admiradores. Essas pessoas, imaginando que depois da minha morte fui logo direto para o céu, me farão sofrer no purgatório. Santa Tereza pedia: “pelo amor de Deus, eu peço a cada pessoa uma Ave-Maria, a fim de que me ajude a sair do purgatório e apresse a hora em que hei de gozar a vista de Jesus Senhor Nosso”.

            O grande Frederico Ozanan, deixou estas linhas: “Não vos deixeis levar por aqueles que vos disserem: ele está no céu! Rezai sempre pelo por aquele que muito vos ama, mas que muito pecou. Com o auxilio de vossas orações eu deixarei a terra com menos temor”. Santo Agostinho pede orações pelas almas de Mônica, sua mãe, e todos os leitores de seus livros. Não canonizemos depressa nossos mortos. Nunca nos descuidemos do sufrágio deles, porque já o fizemos durante algum tempo, ou mandamos celebrar algumas missas. Ignoramos o rigor da justiça Divina.

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