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O GOVERNO TEMER NÃO EXISTE MAIS

May 25, 2017

UM PAÍS INVIÁVEL

    “O único Brasil possível, para eles, é o Brasil que tem como única função por a máquina pública a serviço de seus bolsos. O resultado está aí: um país que não consegue mais ser governado”. O senhor Michel Temer, no fim das contas, não conseguiu atravessar nem mesmo a miserável pinguela que tinha pela frente para usar a faixa presidencial até o ultimo dia oficial de seu mandato.

     Queria cumprir o prazo que a lei lhe deu para despachar no Palácio do Planalto, chegou a montar um bom ministério, mas, não deu certo e nem poderia dar. Temer chegou morto porque só sabe fazer política, agir e pensar para um Brasil em processo de extinção, onde presidentes da República recebem em palácios indivíduos à beira do xadrez, discutem com eles coisas que jamais deveriam ouvir e não chamam a polícia para levar ninguém preso.

       Desde a semana passada, com uma colossal denúncia criminal nas costas de Temer, as datas oficiais de sua certidão de óbito como presidente deixaram de fazer diferença. Seu governo não existe mais. A atual oposição (até ontem governo) do PT esquerda não existe mais; eles estão rindo, mas riem no próprio velório. Os políticos, como classe, não existem mais. Querem viver de um jeito inviável e manter de pé um país inviável.

       Na verdade, como já ficou claro há um bom tempo, não se poderia mesmo esperar algo diferente do que está acontecendo. É simples. O Brasil de hoje é governado como uma usina de reprocessar lixo. Entra lixo de um lado, sai lixo do outro. O que mais poderia sair? Entre a porta de entrada, que é aberta nas eleições, e a porta de saída, quando se muda de governo, o produto fica com outra aparência, altera o nome, recebe nova embalagem – mas continua sendo lixo – Não houve de 2003 para cá, troca no material processado pela usina. Não houve alternância de poder, e isso inclui o finado governo Temer.

       A turma do PT fez o que quis com o país, levando para o palco os empresários “nacionalistas” Marcelo Odebrech, Eike Batista, os Joesley e Wesley Batista e tantos outros capitães que em breve serão inquilinos do sistema penitenciário nacional. Faz parte do grande elenco a companhia de espetáculo PMDB com Michel Temer, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, José Sarney e família, Eunício Oliveira, Romero Jucá, Elizeu Padilha, Geddel Vieira Lima e daí para pior. O resultado está aí: um país que não consegue mais ser governado, porque os governantes não conseguem mais esconder o que fazem, nem controlar a justiça e a lava-jato, que a qualquer momento pode bater à sua porta.

J. R . Guzzo (Revista Veja)

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