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September 4, 2019

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NÃO SE PODE MENOSPREZAR A INTELIGÊNCIA DO POVO

NÃO SE PODE MENOSPREZAR A INTELIGÊNCIA E A CAPACIDADE DO POVO

          Na democracia, a relação povo/poder deve ser autentica e real. O exercício da cidadania nos regimes democráticos é o fator fundamental para o sucesso de todo o processo. Quando as cidades tem os seus direitos usurpados, quando a camuflagem lhe esconde seu verdadeiro valor, fica comprometida a ordem demográfica e vive-se, então, uma antiga ditadura: a da compra de votos. Se você estipula preço para seu voto, na realidade não és digno de adentrar uma cabine eleitoral para lá depositá-lo. Já dissemos aqui: “voto não tem preço, tem conseqüência”! De quem você vai reivindicar benfeitorias para sua comunidade, de quem vai cobrar; se o seu voto foi vendido, se o candidato Xis ou Ypsilon pagou por ele? Nesse caso nem venha reclamar de direitos usurpados, assuma sua estupidez!

        O que o Cidadão tem que ter é a consciência de que nós somos a máquina que move o município, o estado e o país. Desta forma somos os primeiros responsáveis pela nossa dignidade e pelo nosso bem estar. Temos que saber com clareza - com total clareza – que contribuímos com a nossa terra  a todo instante, em cada compra que fazemos. Em cada quilo de feijão que compramos, em cada peça de roupa, em cada objeto estão contidos diversos impostos que pagamos para o bom funcionamento das instituições governamentais. Estes impostos devem retornar para nós em forma de obras.

        Tem que ficar claro, portanto, que nós pagamos por todas as obras que são realizadas, por todas as atividades que são desenvolvidas pelos nossos governantes. Pó esse prisma, considerar-se-ia lógico o fato de nós escolhermos quais obras queremos, o que mais nos convém para maior conforto da população, o que nos proporciona o bem estar coletivo, a que pode interferir nos aspectos urbanísticos conferindo maior visibilidade, segurança e beleza à cidade, a que pode expandir a área urbana do Distrito para atrair investidores. Não é certo que aceitemos que os políticos decidam sozinhos quais obras supostamente queremos ou precisamos.

        O povo deve ser chamado a opinar. Todos nós devemos nos envolver e, é aí que entra o nosso compromisso de participarmos das reuniões da Câmara Municipal, de questionar, de reivindicar nossos direitos, de acionar os vereadores que nos representam no Legislativo para nos ouvir e apresentar projetos que partam da vontade popular, que tenham em si a cara e o desejo do povo, que atenda suas reivindicações. A oferta de uma vida digna, com justiça social e condições razoáveis de se viver bem, deveria ser a ordem contida em Plano de Governo (se é que se usa isso em nossa realidade).

         Além de saneamento básico, arte e cultura, esporte e lazer também devem fazer parte do orçamento municipal. Não somente para constar, como para se executar no prazo previsto. A construção de casas populares, saneamento básico, restauração de praças, conservação (?) das estradas, entendo que refletem as aspirações do povo. Porém, é muito pouco. É pouquíssimo para quatro anos de governo. O povo quer mais, o povo exige mais obras, mais atenção na execução dessas obras, o povo que ser ouvido. Aos senhores vereadores faço uma pergunta, seguida de um pedido: Já apresentaram na Câmara algum projeto?             Eles foram votados, rejeitados, aprovados ou simplesmente eles não existem? Se sim, que eles se tornem públicos. É nosso direito saber, haja vista que foram eleitos para isso. Ou seja; para nos representar apresentando projetos, ouvindo seus eleitores, fiscalizando as obras, denunciado aquilo que porventura não esteja certo!

           O que não se pode é menosprezar é a inteligência e a capacidade do povo. O que se espera agora, o que quer nesta nova (?) ordem política, é que se tenha um governo onde o povo possa opinar, participar e ajudar a fazer.

Fernando M. Ribeiro

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