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SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTI EM CACHOEIRA ALEGRE

June 15, 2017

                                 A FESTA DE CORPUS CHRISTI NA MATRIZ SÃO SEBASTIÃO

     Os fiéis se concentraram na Praça Olavo Carlos dos Santos, nesta quinta feira, dia 15 de junho para celebrar a solenidade de Corpus Christi. As 09h, o padre João Pedro deu início à Missa festiva incensando a mesa de celebração. Ao final da celebração expôs o ostensório com a Hóstia Consagrada para que todos pudessem fazer seu momento de adoração.

     Depois da exposição, seguida dos cânticos e da bênção do Santíssimo no interior da matriz de São Sebastião, os Ministros Extraordinários da Eucaristia formaram uma fila, segurando o palho e sob ele nosso pároco que conduzia o Santíssimo Sacramento iniciou a pequena procissão que a pedido do padre se limitou a descer um pequeno trecho, - ornamentado pela equipe de liturgia - até a Praça da Matriz, onde havia uma mesa (singelo altar) para se efetuar mais uma benção com o Santíssimo e encerrar ali a celebração da Festa de Corpus Christi em Cachoeira Alegre.

     Muitos fiéis se entreolharam, sem entender bem o que se passava. “A procissão nem teve início e já terminou”? “A procissão com o Santíssimo não vai nem contornar a praça para retornar à Igreja matriz”? “A solenidade de Corpus Christi termina aqui”? “E agora, - a Hóstia Consagrada - o Santíssimo será retirado do ostensório e levado até a matriz sem canto de adoração, sem louvores, sem nenhuma reverência...” “O correto não seria que todos seguissem em procissão até a matriz”? “A procissão que em outros tempos percorria  toda a extensão da rua Padre Messias Passos, lindamente ornamentada com tapetes de serragem e flores, com três altares onde se dava a bênção do Santíssimo e uma multidão de fiéis entoavam belos hinos, se reduziu a isso”?

      Essas e outras perguntas foram feitas depois que nosso pároco deu a bênção final, surpreendendo a todos ao encerrar ali a procissão e a celebração da festa de Corpus Christi. Perguntas que ficaram e permanecerão sem respostas até o próximo ano, quando o fato deve se repetir.

Fernando M. Ribeiro

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