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September 4, 2019

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FALANDO DE PEDRO, O PESCADOR, O NOSSO SÃO PEDRO

       E o mês de junho chegou ao fim, com seu vasto calendário festivo, quando falamos de Ecologia, Dia dos Namorados, Santo Antonio, São João, Dia da Mídia, Dia da Telefonista, Dia do Pescador, Pentecostes, Santíssima Trindade, Celebração de Corpus Christi e Dia da Língua Portuguesa. Falamos também das obras da Paróquia de Cachoeira Alegre e da seqüência dos trabalhos da Prefeitura no Bairro São Tomé em Cachoeira, das colunas: “Falando de Mulheres”, “Somos cidadãos do Mundo”, “A Caminho do Pai”, “Anjos de Deus”, que o Portal traz para você mês a mês.

      O leitor mais atento perguntará sobre a coluna em que destacamos os Santos do Mês. Mas, nesse mês de festas juninas, os santos mais populares como Santo Antonio, São João Batista e as solenidades que a Liturgia da Igreja católica celebra foram relacionados aqui. Falta, no entanto, uma referencia a São Pedro e São Paulo, que faço agora, nesse dia 29, quando celebramos São Pedro e São Paulo.

      Vamos lá: Pedro, pescador dos mares da Galiléia, lançava suas redes nas águas, quando surge um certo  Homem, com o nome de Jesus, “com um olhar mais belo que já existiu, tinha no falar, uma oração, no cantar, a mais bela canção que já se ouviu. Sua voz falava só de amor, todo gesto seu era de amor e, paz Ele trazia no coração”. Esse Homem, convida Pedro a deixar as redes e segui-LO: “Eu te farei pescador de homens”!  Pedro deixa ali suas redes e segue aquele jovem de 33 anos e, com Ele caminha pelos campos, sobe as montanhas e o ouve falar do Amor Maior.

     Num dado momento, já com um grupo maior de seguidores que, ao final da jornada se somavam doze; o Galileu pergunta ao grupo quem Ele era. “Quem dizes que eu sou”? E o ex-pescador dos mares responde: “Tu és o Cristo, Filho de Deus”! Pedro assimilou bem os ensinamentos do Mestre, viu Ele fazer a luz brilhar na escuridão dos olhos dos cegos, devolver a voz aos mudos, fez o paralítico andar e, até mesmo trazer de volta à vida, o irmão de Marta e Maria, de nome Lázaro, depois de três dias que

 morrera.

      Para nos fazer ver que somos fracos, pecadores e limitados, Jesus diz a Pedro: Tu me amas? E faz a ele a mesma pergunta três vezes. Pedro responde: Sim Mestre, Tu sabes que te amo! Jesus havia dito para Pedro: “Antes que do galo cantar pela terceira vez tu me terás negado”! E não foi diferente: Quando indagado pelos soldados se conhecia aquele homem; Pedro disse categoricamente: “Não, não o conheço”!  Então o galo canta e o apóstolo que disse que o amava se lembra do que dissera o Mestre. Traí o meu amigo, traí aquele a quem disse que amava, neguei o Filho de Deus, sou mesmo um “nada”, arrepende-se e chora amargamente pela atitude que tivera.

     Jesus disse que a morte não é o fim. Que além da vida que se tem aqui, existe uma outra vida, além. O Homem que fora negado, humilhado, esquecido pelos seus amigos, flagelado, amarrado a uma coluna e chicoteado por seus algozes, coroado com uma coroa de espinhos e com uma cruz às costas subira aquele Monte, para lá, ser pregado na cruz. Um homem que foi tratado com tamanha desumanidade, ali dá a vida pela humanidade.

      De certa forma Ele diz a Pedro e todos nós: “Eu te perdoo, assim como deves também perdoar àquele que vos ofender”! Foi essa a lição que aprendi de meu Pai! Não foi a esta a oração que eu vos ensinei? (Pai Nosso que estais nos céus...) Sedes misericordiosos como eu sou misericordioso, como o meu Pai é misericordioso. Quando me perguntaram se deveriam perdoar sete vezes, o que foi que eu disse? Não só sete, mas, setenta vezes sete, o que quer dizer: perdoar sempre!

    Jesus que havia dito: “Pedro tu és pedra. Tu és Pedro e sobre essa pedra eu construirei a minha Igreja...” Uma construção sólida deve ser edificada sobre a rocha, sobre as pedras de um bom alicerce. O ex-pescador, agora, tornava-se o pescador de homens, de almas, um dos pilares da Igreja, o primeiro Papa.

Fernando M. Ribeiro

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