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TOSTÃO, SÓCRATES E AFONSINHO

August 26, 2017

DIA NACIONAL DA SAÚDE:  TRÊS JOGADORES DOUTORES

     No dia cinco de agosto celebra-se no Brasil o Dia Nacional da Saúde. Quero nessa matéria prestar homenagem a todos os profissionais que atuam nessa área e lembrar em especial três astros da medicina. Três craques dentro e fora dos campos de futebol. Três médicos exemplares, que mostraram que as profissões abraçadas podem ser realizadas com ética, honestidade, princípios e solidariedade humana. Estou falando de Tostão, Sócrates e Afonsinho.

     Comecemos por Eduardo Gonçalves de Andrade, que nasceu em 1947 e ganhou o apelido de Tostão, quando aos sete anos, compôs um time de várzea que jogou contra garotos torcedores do Atlético Mineiro. Em meio a “marmanjos” de 12 a 15 anos, Tostão se destacou e até fez gol.

     Tostão foi campeão do mundo em 1970, brilhando ao lado de craques como Pelé, Carlos Alberto, Rivelino, Clodoaldo, Jairzinho e outros. Pelo Cruzeiro, entre inúmeros títulos foi campeão brasileiro em 1966 e mineiro em 1965, 1966, 1967, 1968 e 1969, sempre ao lado de um timaço, que contava com Dirceu Lopes, Piazza e Zé Carlos. Teve de abandonar os gramados em 1973, aos 26 anos, por ter sofrido deslocamento da retina. Nessa época, jogava pelo Vasco da Gama.

     Formou-se em Medicina em 1981, lecionou também como professor universitário durante 12 anos. “O convívio com os estudantes foi enriquecedor na minha formação médica e humana”, afirma o médico. Não mais exercendo a medicina, explica que escolheu a profissão “por achar que poderia entender e conhecer melhor o ser humano”.

     Em 1970, esse Zé das Couves que vos fala, estava com 13 anos. Não havia televisão em nossa casa. Aliás, o aparelho era uma raridade em Cachoeira Alegre. Apenas dois moradores possuíam o tão cobiçado televisor que transmitiria os jogos da Copa do Mundo de 1970. Não assisti a nenhum dos jogos. Vivi a emoção a cada partida com a narração dos gigantes do rádio naquela época: Jorge Couri da Rádio Tupi e Valdir Amaral da Rádio Globo. Como esquecer aquela seleção de setenta? Não sei se nessa ordem, mas o time era formado por: Félix, Carlos Alberto Torres, Brito, Piazza, Clodoaldo e Everaldo; Jairzinho, Gérson, Tostão, Pelé e Rivelino.

OBS: De Sócrates e Afonsinho, outros dois médicos jogadores ou jogadores médicos; falarei noutra ocasião.

Fernando M. Ribeiro

 

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