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September 4, 2019

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A ATUAÇÃO DO ANJO DA GUARDA

        Não é de agora que invocamos a proteção dos santos anjos. Isso não é uma moda ou lançamento, trata-se de uma devoção milenar. Alvo da fantasia das crianças, os anjos são personagens de diversas histórias infantis; são usurpados em sua importância por crendices modernas e uma onda de esoterismo que quer esvaziar e empobrecer a força da devoção dos santos anjos. Nos textos sagrados, a presença dos anjos sempre foi marcante e tem um caráter de proteção e zelo pelos filhos de Deus.

       

 

Atuando em nome de Deus, os anjos nos guardam e zelam pela realização dos desígnios de Deus a nosso respeito. Ciente dessa realidade, Tobit tranquiliza sua esposa, Ana, quanto ao paradeiro de Tobias, que estava fora de casa, professando sua fé na proteção dos santos anjos: “Não chores, nosso filho chegará são e salvo, e voltará também são e salvo para nossa companhia; tu o verás com teus olhos”. “Eu estou certo de que um bom anjo de Deus o acompanhará e disporá solicitamente tudo o que lhe diz respeito, de modo que ele tenha a alegria de voltar para nós. Ouvindo isso, sua mãe cessou de chorar e calou-se”. (Tobias 5. 26-28).

        A fé de Tobit na proteção de seu filho estava apoiada no seu temor a Deus e na sua atitude de confiar o filho à proteção de um anjo, que o guiaria e o traria em segurança de volta para casa. Essa segurança muitos pais gostariam de ter hoje, quando veem seus filhos saindo de casa. Quantos pais vivem hoje situações muito parecidas com a de Tobit e Ana, e se desgastam em preocupações com o paradeiro dos filhos, que saíram com os amigos, foram a uma festa ou resolveram dormir fora de casa e eles nem sabem onde e nem na companhia de quem estão. Pais que perdem noites de sono preocupados com o que fazem os filhos e até se voltarão para casa. Pais que se perderam no tempo e acreditando que dando um carro, celular e dinheiro podem proteger os filhos e se esquecem de recorrer à proteção dos santos anjos.

        “Não chores; nosso filho chegará são e salvo, e voltará também são e salvo para nossa companhia”. Foi a confiança na proteção dos anjos que fez Tobit tranquilizar a sua esposa que chorava a ausência do filho. Quantas mães não gostariam de ouvir ou ter essa confiança na proteção de seus filhos pelos anjos. Os pais deixaram de abençoar os filhos, quando eles saem de casa e de os recomendar à proteção dos anjos. Simplesmente dizer aos seus filhos antes de sair de casa, uma palavra de bênção é o necessário para tranquilizar seu coração. As palavras de bênção proferidas pelos pais têm poder, e uma bênção ou invocação dos anjos sobre eles terá seus efeitos visivelmente sentidos.

        “Que o anjo do Senhor o (a) acompanhe. Que o anjo do Senhor o (a) leve em paz e o (a) traga em paz”. Basta uma fórmula simples como esta proclamada sobre seus filhos para que, por meio de sua fé e temor, essa graça se realize na vida dos seus. É preciso resgatar, no coração e na mente dos pais e educadores de hoje, o temor a Deus que os fará recorrer ao auxilio divino para educar e proteger seus filhos e alunos. Também na vida dos santos, a presença da devoção aos anjos foi sempre marcante.

      São Pio de Pietrelcina quando atendia confissões ou simplesmente cumprimentava as pessoas, sempre invocava a proteção dos anjos: “que o anjo de Deus te acompanhe” ou dizia frequentemente aos peregrinos que partiam do convento: “que o anjo de Deus te acompanhe e te abra as portas”. Ainda no atendimento a orações, costumava abençoar invocando os anjos: “que o anjo de Deus seja a tua luz, o teu auxílio, a tua força, o teu conforto e teu guia”.

           Preocupados com a nossa segurança e com a de quem amamos, levantamos muros e grades e confiamos na proteção dos homens, mas ignoramos a realidade sobrenatural dos anjos que batalham por nós. Somos capazes de realizar e empreender grandes esforços para garantir nossa segurança, mas não nos sensibilizamos com o poder e a eficácia que tem uma palavra de bênção e invocação dos anjos realizada no temor de Deus. Substituímos o anjo da guarda de nossa infância pela segurança dos homens; os resultados têm deixado a desejar e, a nós fica a evidencia da validade de se recorrer a esses enviados de Deus, que se realizam quando podem cumprir plenamente sua missão: guardar e iluminar o caminho dos homens.

        Cultive este salutar costume, quando os seus filhos saírem de casa, a sua esposa, o seu esposo, os vizinhos, parentes, amigos e inimigos, alguém que você encontrar ao longo do caminho, mesmo sem conhecer peça aos anjos que o acompanhem. “Que o anjo de Deus o (a) acompanhe; Que o anjo do Senhor o (a) leve em paz e o (a) traga em paz; Que o anjo de Deus seja tua luz, o teu auxílio, a tua força, o teu conforto e o teu guia”.

Devocionário a São Miguel Arcanjo – Editora Canção Nova

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