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O GOVERNO E SUAS PUBLICIDADES MENTIROSAS

November 25, 2017

         Sempre ouvi dizer e acreditei que a propaganda é a alma do negócio. De fato, o marketing é fundamental nesse mundo das aparências onde as boas obras são esquecidas rapidamente ou muitas vezes nem são lembradas. Em 2018 teremos eleições e, lá vem todo tipo de propaganda enganosa, mentirosa e até mesmo desavergonhada para seduzir os eleitores. E seduzem, infelizmente, esses mesmos lobos – há quem prefira abutres - permanecem no poder e continuam nos mesmos desmandos, surrupiando os bens da nação, roubando a dignidade do povo, gerando violência na cidade e nos campos. Falta saúde, falta remédio, falta segurança, e sobram drogas e toda sorte de brutalidades como preconceitos raciais, homofobia, violência contra a mulher. Mas o governo faz questão dizer que o Brasil vai muito bem, obrigado! E não é que há quem acredite?

      O governo subtrai do nosso próprio dinheiro para alardear mentiras, para dizer que fez o que não fez, e que o país está uma maravilha. E como muita gente acredita nessas inverdades, a propaganda continua sendo a alma do negócio. Ela continua sendo a ferramenta utilizada pelo poder público para apanhar os incautos, para devorar os eleitores desinformados, alienados. Agora, por exemplo, o senhor Michel Temer “meteu a mão” em sabe-se lá quantos milhões para fazer publicidade de seu governo. Ele não é o único, nas administrações anteriores, esse recurso da propaganda era utilizado também para divulgar programas de governo que, na realidade nunca saíram do papel.

     

 

O Rio de Janeiro vivia um momento mágico com o Rock in Rio e o tiroteio ecoando como fogos de artifício na Rocinha, e as balas perdidas encontrando crianças nas suas casas simples, barracos e, até no útero da mãe. A que ponto chegamos, meu Deus! A questão das drogas tem se tornado um flagelo para o país. A disputa entre as quadrilhas que dominam o narcotráfico na maioria das grandes cidades, é um verdadeiro flagelo para a sociedade.

      Alguém já disse com muita propriedade e eu outras vezes escrevi que a família é a célula mater da sociedade, cuja preservação deve ser exercida por cada um dos seus integrantes. Todos os estudos feitos até aqui apontam para a certeza de que o narcotráfico e o consumo de drogas constituem  um dos maiores geradores de violência que anda reinando no meio da sociedade, promovendo uma degradação ascendente em grande parte das famílias brasileiras.

       Em 2011, foi lançado pelo Governo Federal o “Programa de Estratégia de Segurança Pública nas Fronteiras”, com o objetivo de inibir, além do contrabando, a entrada de armas e drogas no País. Pelo visto, foi apenas mais uma promessa “propaganda” daquele conjunto de muitas outras, lançadas como publicidade dos governos anteriores. O tal programa, pelo visto, não teve nenhum efeito prático, pois as drogas e o contrabando, inclusive de armas pesadas, continuam ultrapassando as nossas fronteiras e adentrando o nosso país com muita facilidade. Além disso, há um jogo de empurra entre as autoridades. De um lado algumas alegam que de nada adianta fiscalizar as fronteiras se não for atacado de forma mais eficiente o mercado consumidor, enquanto outras, de outro lado, alegam que não adianta atacar o consumo, se as fronteiras não forem bem vigiadas.

        Na verdade, não se trata de uma tarefa fácil, levando-se em conta que são mais de 16 mil quilômetros de fronteira entre os 11 estados da federação e os países vizinhos, o que demanda uma ação mais efetiva da União para intensificar a fiscalização. Não há mais tempo a perder. É imperativo que sejam usados todos os mecanismos de inteligência da polícia Federal, do exército e todo potencial dos órgãos de segurança, que devem atuar com todo o rigor possível, sem mais promessas ou recursos de retórica, quer seja na repressão ao mercado consumidor dentro do país, ou seja na vigilância das nossas fronteiras. É isso que as famílias brasileiras esperam, pois do contrário, elas estarão irremediavelmente perdidas. Enquanto isso, para enganar o povo: tome propaganda!

Fernando M. Ribeiro

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