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QUARESMA: TEMPO DE ORAÇÃO, JEJUM E CARIDADE

February 16, 2018

        Iniciamos nessa quarta-feira o tempo de Quaresma, tempo favorável de aprofundamento da fé, de renovação espiritual. É um período privilegiado para intensificarmos nossa conversão e a mudança de vida dela decorrente, marcada pela transformação da consciência e do modo de agir. Converter-se significa voltar-se para Deus.

     Consideremos esses 40 dias como uma espécie de deserto, de retiro pascal estruturado no tripé: oração, jejum e caridade (esmola). Três são as colunas que fazem com que a fé se mantenha firme, a devoção constante e a virtude permanente. “Essas três colunas são: a oração, o jejum e a misericórdia. Porque a oração chama, o jejum intercede e a misericórdia recebe”.

     Tenho insistido muito na oração como caminho de união de vida com Deus. A verdadeira oração é uma lembrança de Deus, frequente despertador da “memória do coração”. (CIC 2697). A oração é fruto da vida, é um filho que fala com seu Pai dos cansaços, das conquistas e frustrações, alegrias e tristezas, êxitos e fracassos. E, um elemento essencial para a oração é um coração humilde e contrito. A condição necessária para receber gratuidade o dom da oração é colocar-se como disse Santo Agostinho, ser, um “mendigo” de Deus.

 

NÃO PRECISAMOS SER RICOS PARA SERMOS SOLIDÁRIOS

    Na quaresma a oração se alia ao jejum que é proposto como forma de sacrifício, como forma de educar-se, privando-se de algo, revertendo esse algo em serviço à caridade. O jejum consiste em deixar de fazer uma das principais refeições do dia. Já a abstinência, como o próprio nome sugere, implica privar-se de algo, sendo que a igreja recomenda abstinência de carne e o jejum na Quarta Feira de Cinzas e na Sexta Feira Santa.

     Não precisa ser necessariamente de comida. Pode ser escolhido outro tipo de sacrifício, por exemplo, abster-se do cigarro, da internet, de chocolate, etc. Porém, enquanto penitencia, tudo deve ser oferecido a deus como uma renúncia espontânea motivada pelo amor que Lhe devotamos.

     Formando o tripé quaresmal, oração e jejum se aliam à esmola como prática da caridade fraterna. Não se trata apenas de dinheiro, mas de praticar as obras de misericórdia espirituais e corporais, doando-se e se relacionando com o próximo, nos preparam para celebrar dignamente os mistérios da morte e ressurreição de Jesus Cristo.

     Não precisamos ser ricos para sermos solidários; há muitas coisas qe podemos fazer gratuitamente. É de graça ser solidário, é de graça estender a mão para acolher, ninguém paga nada para visitar um doente. É de graça perdoar, é de graça doar o seu tempo para alguém que precise de atenção.

     Aproveitemos esse retiro quaresmal, intensificando nossa participação nos sacramentos, confessando nossos pecados e assim nos prepararemos para celebrarmos a Páscoa, festa central de nossa fé.

     Não precisamos viver no pecado. Nesse sentido São Paulo nos exorta dizendo: “Irmãos, que o pecado não reine mais em vosso corpo mortal, levando-vos a obedecer às suas paixões. Não ofereçais mais vossos membros ao pecado como arma de iniquidade. Pelo contrário. Oferecei-vos a Deus como pessoas vivas, isto é, como pessoas que passaram da morte à vida, e ponde vossos membros a serviço de Deus como armas de justiça.

Fonte: Jornal O Evangelizador

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