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September 4, 2019

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ANJOS DE DEUS  APARIÇÕES DE SÃO MIGUEL ARCANJO (não deixe de ler essa extraordinária história)

        Além das que vêm mencionadas nas Sagradas Escrituras, no Antigo e no Novo Testamento, várias são as intervenções do chefe dos anjos na vida da Igreja, aparecendo em vários lugares, em horas difíceis, para mostrar a sua assistência como guarda e protetor vigilante da mesma Igreja. Essas aparições foram observadas e confirmadas pela autoridade eclesiástica que a abençoou e, algumas delas, foram inseridas na própria liturgia local ou universal, com Missas e Ofícios próprios.

     Sabemos que após a Ascensão de Jesus ao Céu, os apóstolos, para dar cumprimento ao seu mandato “Ide pelo mundo, pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer, será condenado”. (Marcos  16. 15-16) dividiram o mundo – conhecido àquela época – em doze partes e, para cada uma delas foi um apóstolo. Depois, ao grupo dos doze apóstolo, o Senhor agregou um décimo terceiro: o apóstolo Paulo, para mostrar claramente a universalidade da Igreja, além de substituir a Igreja do Antigo testamento, confiada ao povo hebreu, o povo eleito, existe também para todos os pagãos de todas as raças; por isso, São Paulo é chamado o apóstolo dos gentios.

     A São João Evangelista, coube a Ásia Menor e lá começou seu trabalho de Evangelização, na cidade de Hierópolis, onde se costumava adorar uma serpente como deusa. Pondo-se o santo em oração, a serpente morreu. Os sacerdotes do ídolo, furiosos, perseguiram o apóstolo que teve que fugir. Chegou à região de Chones, na Frígia, que naquele tempo chamava-se Colossos, e a quem mais tarde, São Paulo dirigirá a célebre epístola aos Colossenses. São João foi muito bem- sucedido em sua pregação e vários abraçaram a fé.

     Nas suas pregações, João, também falou sobre os anjos e anunciou-lhes que, o príncipe das Milícias Angélicas, o grande São Miguel, os tomaria debaixo da sua proteção e que às portas da cidade brotaria uma fonte, onde os doentes, com o sinal da cruz e a invocação do Arcanjo São Miguel, encontrariam uma pronta cura. A fonte apareceu e espalhou-se esse acontecimento por toda a região. Os fiéis e os pagãos começaram a afluir a essa fonte e as curas multiplicaram-se.

     Um rico homem de Laodicéia, cidade desta região da Frígia, tinha uma filha única que era muda. Numa noite, apareceu-lhe, em forma humana, São Miguel e disse-lhe: “Conduze a tua filha à fonte dos cristãos e acredita na onipotência do seu Deus, que tua fé será recompensada”. Cheio de temor e esperança, foi com a filha à fonte e aí perguntou aos cristãos o que devia fazer. Eles disseram: “É em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e pela intercessão de São Miguel que nós usamos dessa água”. O pagão, repetindo essas palavras, invocou a Santíssima Trindade e o socorro do glorioso arcanjo. A filha começou a falar e a fé iluminou a sua alma e a do seu pai. Ambos pediram o batismo. Cheio de alegria, o homem mandou edificar junto da fonte, uma Igreja, a atestar o seu reconhecimento por aquele milagre. Um cristão, jovem, que seguia a vida eremítica, ficou como guardião desse santuário. As curas multiplicaram-se e, como consequência, a conversão dos pagãos ao cristianismo.

     Os sacerdotes dos ídolos, obstinados nos seus erros, resolveram destruir o santuário. Junto deste, passavam dois rios, que eram contidos por diques. Numa noite, ouviu-se um forte barulho das águas. Os pagãos tinham destruído os diques e brevemente o santuário seria arrasado e submerso. O eremita, ao ver o que se passava, gritou: “Senhor, a Vossa onipotência comanda e rege os abismos do mal. Vós podeis salvar o templo do Vosso arcanjo”. Enquanto ele rezava, ouviu-se uma voz, vinda do Céu. Era São Miguel que descia para desarmar o furor de satanás.

     Disse ele, ao seu fiel servo e guardião do seu templo: “Não temais, o inferno não pode nada contra nós”. O arcanjo estendeu a sua mão sobre o caudal dos rios, as águas impetuosas foram controladas no seu caminhar por um braço invisível. São Miguel, traçou sobre elas o sinal da cruz e fê-las recuar, desviando o seu curso. O vencedor de Lúcifer deixou-se ver no cume de um rochedo. A terra tremeu e abriu-se uma garganta, por onde as águas sumiram-se vertiginosamente, em turbilhão. São Miguel, depois de ter exortado o eremita a que continuasse a convidar os doentes do corpo e da alma para que usassem da água da fonte em nome da Santíssima Trindade, subiu aos Céu.

As liturgias da Igreja Oriental comemoram esse acontecimento com Missas e ofícios próprios, no dia seis de setembro.

Fonte: Devocionário a São Miguel Arcanjo

 

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