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September 4, 2019

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OS DESAFIOS DA INTERVENÇÃO NO RIO

      As áreas violentas: em todo o estado, 763 favelas abrigam mais de 1,3 milhão de pessoas, de acordo com o Censo 2010 do IBGE. Dezessete favelas merecem atenção especial, cada uma com sua particularidade.

     Quando se debruçar no mapa das áreas mais violentas, o interventor do estado, general Walter Braga Neto, observará que o Rio é um campo minado. Das 763 favelas, alguns complexos são dominados por até quatro facções criminosas, incluindo as milícias. É o caso da Favela da Maré, considerada um ponto estratégico para o recebimento e escoamento de drogas e armas, por estar cercada de importantes vias como a Linha Amarela, Linha Vermelha e Avenida Brasil, além da Bahia de Guanabara.

     Mas a instabilidade da Maré faz com que ela se transforme num barril de pólvora. O intenso tiroteio provoca a interdição das três vias expressas. A Cidade de Deus, a Rocinha e o Complexo do Alemão são também bastante inconstantes. Principais entrepostos de venda de drogas doo estado, são sempre alvo de guerra de facções ou confrontos com a polícia.

     A guerra entre milicianos e traficantes na favela Bateau Mouche, na Praça Seca, torna o lugar o mais novo do mapa de áreas violentas. Também são recentes os confrontos de comunidades em Angra dos Reis, com a entrada na disputa por território com as milícias, em processo de expansão.

     Para o comentarista de segurança pública, o delegado Fernando Veloso, que foi chefe de Polícia Civil do Rio, o desafio será montar um planejamento com uma estratégia que diferencie cada comunidade: Algumas têm uma tradição familiar que liga o tráfico à comunidade. É o caso da Cidade de Deus.

Giselle Ouchana e Vera Araújo – Jornal Extra

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