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EXULTE O CÉU E OS ANJOS TRIUNFANTES, FAÇAM SOAR TROMBETAS FULGURANTES...

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CELEBRAÇÃO DO SÁBADO SANTO

     A celebração teve início na Praça Olavo Carlos dos Santos, onde centenas de fiéis aguardavam por aquele momento diante de uma pequena fogueira. O Círio Pascal foi apresentado ao seminarista Marcio Nunes, que presidiu a cerimônia; com um estilete, traçou nele uma cruz, proferindo palavras que falam da eternidade de Cristo: Cristo, ontem e hoje (fez a incisão da haste vertical). Princípio e Fim, (fez a incisão da haste horizontal). Alfa e Ômega (grava as letras alfa e ômega). A ele o tempo (gravou o primeiro algarismo do ano) e a eternidade (gravou o segundo algarismo) a glória e o poder (grava o terceiro algarismo). Pelos séculos sem fim. Amém (grava o quarto algarismo) Se lê na grande vela: 2018.

     Feitas as incisões, o presidente aplicou os cinco grãos de incenso no Círio, dizendo: Por suas santas chagas/ Suas chagas gloriosas/ o Cristo Senhor/ nos proteja/ e nos guarde. Amém. Os grãos foram fixados, o primeiro, na parte superior, o segundo, no meio da cruz, o terceiro, na ponta inferior, o quarto, na ponta esquerda e o quinto na ponta direita. Na sequência, o Círio Pascal foi aceso com o fogo novo e o presidente disse: “A luz do Cristo que ressuscita resplandecente dissipe as trevas do nosso coração e de nossa mente”.

     Formou-se uma grande procissão com o Círio Pascal à frente. Os fiéis adentraram a Igreja matriz com as luzes apagadas e tomaram seus lugares, para presenciarem a entrada do presidente que, erguendo o Círio aceso, proclamou: “Eis a luz de Cristo”! Toda a assembleia respondeu: “Demos graças a Deus”! Na segunda proclamação, os fiéis acenderam suas velas na luz do Círio Pascal. Quando, já no presbitério, foi feita a terceira proclamação e o Círio foi colocado em seu lugar de destaque.

 

 

 

A PROCLAMAÇÃO DA PÁSCOA NA MATRIZ EM CACHOEIRA ALEGRE

     A Igreja permanece parcialmente apagada, o povo permanece de pé, com as velas acesas. O Círio é incensado e o celebrante faz solenemente a proclamação da Páscoa com a belíssima oração: “Exulte o céu, e os anjos triunfantes, mensageiros de Deus, desçam cantando; façam soar trombetas fulgurantes, a vitória de um Rei anunciado.

      Alegra-se também a terra amiga, que em meio a tantas luzes resplandece; e, vendo dissipar-se a treva antiga, ao sol do eterno Rei brilha e aquece. Que a mãe Igreja alegre-se igualmente, erguendo as velas deste fogo novo, e escute reboando de repente, o Aleluia cantado pelo povo.

     Antes de serem proclamada as leituras, o presidente exorta a assembleia, dizendo: “Tendo iniciado solenemente esta vigília, ouçamos, no recolhimento desta noite, a Palavra de Deus. Vejamos como ele salvou outrora o seu povo e, nestes últimos tempos enviou seu Filho como Redentor. Peçamos que o nosso Deus, leve à plenitude, a salvação inaugurada na Páscoa”. Foram proclamadas as leituras e os salmos foram cantados.

      Acendem-se todas as luzes da igreja, as velas do altar foram também acesas, as sinetas pontuam o momento de júbilo, o coral entoa com toda a igreja o Hino de Louvor, os sinos da matriz ressoam pelo campanário, uma queima de fogos se faz ouvir nos arredores da matriz... É a alegria dos cristãos que se manifestam dessa forma: cantando, louvando e anunciando nos sinos das pequeninas capelas, das igrejas, dos santuários, matrizes e catedrais que Jesus Ressuscitou. Aleluia!

      A Igreja da terra reafirma sua fé na presença da Igreja do Céus; e invoca o apoio daqueles que nos precederam na participação plena da glória do Cristo ressuscitado, cantando com o Coral São Sebastião a Ladainha de Todos os Santos. Segue a celebração com a Bênção da Água Batismal e, enquanto o coral canta, o presidente asperge toda a comunidade.

       A celebração chega ao seu final. O celebrante faz algumas considerações; ressalta a importância da presença maciça dos fiéis nas celebrações ao longo de toda a semana, agradece a todas as equipes que de alguma forma contribuíram para o bom andamento da celebração da Semana Santa. Falou também do carinho com que foi acolhido em Cachoeira Alegre e também nesse aspecto a reciprocidade é verdadeira, pois o seminarista Marcio Nunes, com sua espontaneidade, simplicidade, pontualidade, serenidade e entusiasmo conquistou a todos. O zelo para com a Casa de Deus, o cuidado com o rebanho e o afeto pela comunidade demonstrado a todo momento, muito nos impressionou e atraiu um número significativo de fiéis que andavam dispersos.

Fernando M. Ribeiro

 

 

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