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UM LIVRO ABERTO É UM CÉREBRO QUE FALA... 18 DE ABRIL: DIA DO LIVROU.

April 18, 2018

      Nem sei por onde começar. Falar do livro, de sua importância e de minha relação com ele não me parece fácil. Primeiro porque sua importância é gigantesca e indescritível na vida dos seres humanos, ou pelo menos deveria ser. Para mim, é assim que o vejo, pois tenho uma relação apaixonada – os livros são apaixonantes – com o Livro, com a escrita de um modo geral. Mas agora, no seu dia, me refiro à Sua Excelência o Livro.

      Quantos livros já lidos, páginas consumidas, quantas horas de prazer, quanta viagem pelo mundo, os livros me proporcionaram. “Um livro aberto é um cérebro que fala; fechado é um amigo que espera; esquecido é uma alma que perdoa; destruído é um coração que chora”. Há um provérbio árabe que diz: “Pode um homem tornar-se culto pela cultura dos outros; mas só se torna sábio pelas próprias experiências”. Por isso, leia, conte história, faça suas próprias experiências... Mesmo que não escrevas livros, és o escritor da tua vida.

      Gosto de ler. Leio sempre, obras diversas, diversos autores, ideias sobre todos os ângulos e extensão. Acabo de reler Incidente em Antares, de Érico Veríssimo, 436 páginas. E de  algum tempo para cá, tenho em minha cabeceira, além de “A cidade e as estrelas” de Eça de Queirós e “Sonetos” de Luiz de Camões; “Uma Boa Notícia” de Pe. Cícero Machado Ribeiro - MSC que, cada noite, depois de fazer minhas orações, me sentindo cansado, com um fio de esperança de luta, me dá alento, ensina, eleva o pensamento, leva-me a questionar meu comodismo dos últimos tempos – já atuei em várias pastorais da Igreja - já fui mais engajado nesta luta diária do servir que hoje chamam cidadania, mas cujo princípio está no caminho cristão.

      “Uma Boa Notícia” é um livro que contém algumas das homilias de padre Cícero. Leio e vou aprendendo sobre os tesouros de Deus, os talentos, a família, sobre Maria, a mãe de Jesus, sobre a misericórdia do Pai, o amor ao próximo, assim vou compreendendo melhor minha vida, vou me deixando possuir pela certeza da esperança que brota dos Evangelhos e assimilando cada sermão com as reflexões que o padre nos apresenta como promessas divinas. Esse livro é assim: citação do Evangelho, reflexões, comentários de vivências... Mas deixemos que o próprio autor fale sobre a sua obra: “Durante algum tempo, pedi em súplica a Deus que me concedesse a graça de conseguir escrever minhas meditações e reflexões dos Evangelhos na cotidianidade da vida, a fim de partilhar tanta riqueza e alegria da Boa Notícia de Jesus Cristo que eu trazia dentro de mim.

     

 

Estes escritos mergulham na inspiração da vida de alguns santos, especialmente Santa Terezinha. Trago como bibliografia e material de consulta a Bíblia e o Evangelho cotidiano, assim sendo, não há pretensão desta obra ser um grande tratado de teologia, mas a aplicação de minha graduação filosófica e teológica como suporte para colocar no papel o que vi, vivi e senti nestes três últimos anos da minha vida.

      Um dia comecei a escrever minhas homilias. Hoje elas estão banhadas pelo silencio e pela conversa íntima com a Trindade Santa. São no momento, algumas poucas páginas que trazem reflexões para o tempo de Advento e Natal na liturgia diária ferial (de segunda feira a sábado). Posteriormente estarei publicando todo o restante, que se compraz nos escritos do temo da Quaresma, Semana Santa, Tempo Pascal, festas da Igreja e Tempo Comum”.

    “Um livro é uma atitude diante do mundo, uma atitude de reflexão, sonho, emoção, solidariedade, compreensão”. Aliás, o livro é tudo isso e mais alguma coisa: é a formação, treinamento, a habilitação. O livro é, a meu ver, um instrumento que, na mão dos professores, transforma e enriquece o aprendizado do aluno.

     Nós, professores, pais, educadores ou não, devemos estimular nossas crianças à prática da leitura, lembrando que, “somos o resultado do que lemos, vemos e ouvimos. Eles fazem a nossa história pessoal e coletiva”.

Fernando M. Ribeiro

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