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December 3, 2019

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E... ACHAVA-SE ALI A MÃE DE JESUS

     

 

Nesse mês de Maio, tenho dado um maior enfoque à figura de Maria, à sua atuação como mulher, serva do Senhor, servidora da humanidade, como por exemplo, quando visitou Isabel para servi-la, para ajudá-la. Hoje vou falar das Bodas de Caná. Muito conhecido esse fato que está nas Escrituras sagradas, narrado por São João, no capítulo dois, versículos um a onze. Jesus fora batizado por João Batista, no Rio Jordão, encontrara os primeiros discípulos: André, João, Pedro, Felipe e Bartolomeu. Agora ele foi das margens do Jordão para Caná, da Galiléia. Três dias mais tarde celebrava-se Bodas em Caná.

      Àquela época, a festa de casamento era também um acontecimento e, alguns relatos dizem que tinha duração de dois ou mais dias. José de Nazaré, descendente da Tribo de Davi e Maria de Nazaré, filha de Joaquim e Ana, foram convidados. Muito provavelmente, o esposo de Maria a acompanhou também nesse dia, embora João não faça menção à presença do pai adotivo de Jesus.

     Escrevi e encenei com um grupo de teatro, na Paróquia do Porto, em um encontro da RCC, uma peça baseada nesse fato: as Bodas de Caná. E incluí no elenco, além de outros personagens, os cinco primeiros discípulos de Jesus. Eram amigos, seguiram-no, com certeza foram também à festa de Bodas com ele. Pois bem. A Bíblia diz: “Celebravam uma festa de Bodas em Caná e, achava-se ali a mãe de Jesus. Ela disse: “Eles não têm vinho”! Nossa Senhora, como toda mulher, foi fina em observar.

     Ela queria que Jesus fizesse um milagre. Jesus assim o entendeu, como se vê da resposta: “Mulher, que temos nós com isso? Ainda não chegou a hora de eu fazer milagres”. Nossa Senhora sabia muito bem que o filho Jesus não lhe recusa nada. Ela foi e disse ao chefe dos gançons, daqueles que serviam: “Fazei o que ele vos disser”! Não é necessário que eu reescreva aqui o primeiro milagre de Jesus, que é tão conhecido. Como disse no início, está em João 2. 1-11, caso o leitor deseja reler.

     O que desejo ressaltar aqui, é que Nossa Senhora é a medianeira de todas as graças, porque, tendo sido unida a Cristo, de um modo único, para a grande missão do Cristo na terra, acompanhou-o passo a passo, foi o eco do seu coração, amando, sofrendo, rezando, intercedendo.

     Cristo não recusa nada à sua mãe. E as graças nos vêm, porque Maria Santíssima, como mãe, nos deu o Cristo, participou da Paixão de Cristo, de um modo muito mais perfeito do que nós participamos.

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