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A VIDA DEPOIS DOS 60 ANOS

July 24, 2018

       O Brasil tem mais de 30 milhões de idosos. A população está envelhecendo, mas nem todos estão preparados para os desafios que esta etapa da vida traz. O Brasil enfrenta mudanças no perfil da população. Pessoas idosas contam como vivem hoje especialistas explicam os desafios do País para os próximos anos.

       O fato é que pessoas acima dos 60 anos, muitas vezes, são negligenciadas pela sociedade, que não aceita bem as mudanças físicas que ela sofre com o tempo, é rejeitada pela família, que pode ver aquela pessoa como um peso; e abandonada por amigos porque já não pode mais “curtir” como antes e por aí vai.

       Não podemos generalizar, mas você deve conhecer algum idoso que passa ou passou por isso. Talvez seja você mesmo. O Brasil não está preparado para envelhecer. Por isso o Portal Novo Tempo desse mês, resolveu abordar esse tema.

       “Não me sinto velha. Dou aulas de artesanato em vários lugares, tomo ônibus, viajo sozinha para visitar os familiares, limpo minha casa”, conta Maria Eunice Soares de Menezes, aos 74 anos, relações públicas, aposentada diz que não pensa em parar. Durante a semana ela ministra aulas voluntárias de tricô, crochê e bordado em cinco instituições”.

       “O segredo da terceira idade é não parar. Faço aulas de canto, ginástica, alongamento e vou começar a dançar”. A mudança no estilo de vida começou a pouco mais de dez anos, depois que Maria Eunice sofreu três infartos. “Parei de fumar, comecei a fazer exercícios e decidi dar aulas para ser útil ao próximo”, esclarece.

       Maria Eunice faz parte da população com 60 anos ou mais que cresce de forma rápida no Brasil. Hoje, o País tem 30,2 milhões de pessoas nessa faixa etária. A partir de 2030 a população, a quantidade de idosos vai ultrapassar a de crianças de 0 a 14 anos. A previsão é de que em 2050, as pessoas idosas representem mais de 30% da população do Brasil, segundo o IBGE. Em breve seremos uma nação envelhecida.

      O médico faz algumas recomendações para que o envelhecimento aconteça de forma mais ativa e saudável. “Destaco principalmente o controle de fatores cardiovasculares, hipertensão colesterol e diabetes. Além disso é importante a prática de uma atividade física que seja agradável e uma boa alimentação”, sugere.

       A mudança no perfil da população traz novos desafios à sociedade. O cenário do envelhecimento mudou de forma acelerada e vamos precisar dar conta de questões fundamentais como saúde, educação e problemas sociais”, pontua.

       A expectativa de vida no Brasil já chega a 75,8 anos, sendo que entre as mulheres ela é mais alta, atingindo 79,4 anos, contra 72,2 anos para os homens. Para se ter uma ideia do tamanho dessa transformação, basta olhar para 1940, quando a esperança de vida era de apenas 42,7 anos, segundo o IBGE.

       No Brasil uma pessoa é considerada idosa quando chega aos 60 anos. Entretanto, o geriatra Daniel Lima Azevedo diz que o processo de envelhecimento acontece de forma diferente para cada pessoa e não pode ser avaliado apenas pela idade cronológica. “Existem condições próprias do envelhecimento, que são fisiológicas, mas estamos preocupados com as repercussões na vida de cada pessoa.

       “Um dos grandes segredos da longevidade é ter uma boa rede social, familiares e amigos que proporcionem a sensação de bem-estar e amparo”, finaliza. Hoje o processo de envelhecimento é dinâmico e precisamos preparar as pessoas para que se mantenham ativas por mais tempo, colaborando com sua experiência e participando da sociedade”, diz. A sociabilidade é fundamental para um envelhecimento ativo. Há várias formas de se envolver com atividades atrativas como artesanato, educação física, bailes e outros.

       Pessoas com depressão e tomam muito remédio, aos poucos vão participando das atividades, encontram outras pessoas e acabam reduzindo os remédios. A cada R$ 1 gasto em convivência, é possível economizar até R$ 4 em consultas e medicamentos.

Fonte: Folha Universal

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