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VEM AÍ A CORRIDA PARA A SUCESSÃO PRESIDENCIAL

August 2, 2018

     

 

No Brasil, a disputa sucessória em todos os níveis ainda não apresenta contornos mais definitivos. O prazo para os partidos definirem seus candidatos expia no dia 03, próxima sexta-feira. Há muita especulação, muitas pré-candidaturas anunciadas, seja com o objetivo de negociar um pouco mais à frente, seja apenas para marcar posição visando a disputa nas eleições de outubro de 2018.      

      O que parece estar definido, ou caminhando para isto, é uma disputa entre políticos e não políticos. A verdade é que há por parte da população uma má vontade com certas candidaturas e uma descrença do eleitor com a política. A preferência do eleitor, que se vê na obrigação de votar, seria, segundo uma pesquisa, alguém com capacidade administrativa, sem o ranço dos políticos, vistos como políticos e aproveitadores.

       Essa pode ser uma marca destas eleições, quando a população terá o direito de passar a limpo toda a vida política brasileira. Esta indisposição com os chamados “políticos” vai mudar, ou o tempo será suficiente para promover o esquecimento e todos se salvarem nas urnas novamente? Esta é uma dúvida.

       As redes sociais terão papel fundamental neste processo e serão usadas à exaustão por todos contra todos. Aventureiros que se dispõem a enfrentar as urnas, sobram. Corremos assim o risco de, na esmagadora maioria das cidades, assistirmos à ascensão dos despreparados, dos oportunistas, dos “picaretas”, enfim. Um risco bem real. Há sempre um jeito de piorar aquilo que já é ruim.

      O período eleitoral é uma oportunidade de se fazer uma reflexão sobre o futuro. Devemos assegurar que nossas escolhas contribuam para o desenvolvimento do município, do estado e do País, com uma nova mentalidade, onde haja um verdadeiro desejo de se combater a corrupção, os corruptos e os que se deixam corromper; onde se empenhe em governar com justiça.

       Nem sempre o que uma pessoa defende nas eleições tem o apoio dos vizinhos, amigos, colegas de trabalho ou familiares. Nessas horas, é saudável conversar sobre as nossas posições, mas sem diminuir a opinião do outro ou tentar fazê-lo mudar de ideia a todo custo. Por não conseguir respeitar pontos de vistas diferentes, tem gente que até corta relações de amizade, de convivência e de parceria. Neste caso, todos saem perdendo.

     O portal Novo Tempo pede, deseja e espera que todos os seus leitores ajudem a fortalecer, cada vez mais, a cultura da paz e a convivência baseada em comportamentos éticos, nas conversas sobre as eleições e na prática do dia a dia. E você? Também está disposto a ser um multiplicador de valores éticos (como o respeito, a empatia, a responsabilidade e a reconciliação) em sua comunidade?

Fernando M. Ribeiro

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