Editor: Fernando Mauro Ribeiro - portalnovotempo.com - © 2017 PORTAL NOVO TEMPO CACHOEIRA ALEGRE/MG.

  • Facebook - Black Circle
  • Twitter - Black Circle
  • Google+ - Black Circle
Please reload

Posts Recentes

       Quando a Palavra toca o coração das pessoas, elas compreendem melhor o amor de Deus por elas. Quando tomados pela misericórdia divina...

CELEBRAMOS NESSE DIA 04, OS 24 ANOS DE IDEALIZAÇÃO DA FUNDAÇÃO

September 4, 2019

1/1
Please reload

Posts Em Destaque

DIA DO PSICÓLOGO: NÃO SE VINGUE, PERDOE!

27 de agosto, dia do psicólogo. Olá querido leitor. Você já se vingou de alguém? O ato de vingar-se de alguém por uma ofensa cometida ou dano sofrido é um dos mais antigos na nossa sociedade, o que há por detrás deste comportamento?

       A vingança precisa de uma vítima e de um algoz. Um dos envolvidos precisa se perceber como uma vítima inocente acometida de um algoz violento, que escolhe suas presas sem parâmetros. Essa percepção é necessária para que a revolta contra o ato possa ter lugar dentro da pessoa. Em comunidades, por exemplo, vale a mesma regra: o jogo do nós contra eles só funciona se “eles” forem “do mal” e, nós, “do bem”.

       O segundo elemento é que a “vitima” não pode saber como se defender. Pessoas que sabem se defender dificilmente são vingativas. Compreender o comportamento do outro e ser capaz de empatia com as intenções é recurso fundamental para o perdão, já para a vingança a noção de comportamento aleatório.

       Não saber como se defender é necessário porque se a defesa é impossível, só resta uma alternativa afim de livrar-se do mal ou “ensinar uma lição”: vingar-se. A vingança não é uma atitude que ocorre rapidamente. Se levo um soco e revido, isso é impulso, não vingança. O ato vingativo, como diz o ditado, é servido frio, pelo fato de que precisa ser elaborado dentro da pessoa.

       O convencimento de ser vítima de um algoz, a necessidade de destruir este algo e de fazê-lo com o mesmo remédio aplicado, ou seja, a dor, - de alguma maneira – faz o palco da vingança.  O problema é que ao pensar em vingar-se, a pessoa já não é mais vítima. Ora, se ela é capaz de infringir dano a alguém, é também, capaz de defender-se e de reconhecer o comportamento do outro.

       É nesse momento que existe a necessidade de manter-se como vítima, mesmo sendo algoz. Essa sombria percepção, apenas se realiza após a vingança ter se completado. Não raro as pessoas sentem-se mal depois de levarem a cabo uma vingança: percebem sua força pessoal e, então, percebem: não sou vítima, posso me defender. Esta percepção destrói a ilusão criada e iguala a vítima ao algoz. Daí a culpa.

       Quer se vingar? Pense de novo. Se você é capaz de vingar é capaz de aprender a se defender. Defenda seus princípios e deixe a culpa para outra pessoa. Perdoe.

Akim Neto – Psicólogo – Radio Evangelizar AM1060 / FM90.9

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Siga
Please reload

Procurar por tags