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9: DIA DO MÉDICO VETERINÁRIO

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Médico veterinário é aquele profissional que cursou uma faculdade para se capacitar, se especializar e que depois de graduar-se, se dedica aos cuidados dos animais. Tenho amigos que são profissionais da área e observo com que cuidado eles tratam dos bichos.

         Você pode questionar: mas é esse o seu dever, para isso eles fizeram o Juramento no dia de sua formatura: “Prometo, no exercício da profissão de médico veterinário, só executar atos ditados pela consciência do meu dever, honrar os ensinamentos que recebi de meus concidadãos e fazer quanto em mim couber pela grandeza moral e prosperidade do povo brasileiro”.

          Sim, é verdade, mas, quando vemos médicos, que se dizem “profissionais” a tratarem com tanto descaso o ser humano; acabo por admirar aquele que trata com carinho nossos animais, embora saiba que é esse o dever de todos nós. Pelo menos é o que lhes assegura o “direito dos animais”. Veja:

 

DIREITO DOS ANIMAIS

       “Todos os animais nascem iguais diante da vida e tem o mesmo direito a existência. Cada animal tem direito ao respeito. O homem, enquanto espécie animal não pode atribuir-se do direito de exterminar os outros animais ou de explorá-los violando esse direito. Ele tem o dever de colocar a sua consciência a serviço dos outros animais.  Cada animal tem direito a consideração, a cura e a proteção do homem”.

Fernando M. Ribeiro

 

NOSSOS AMIGOS ANIMAIS

       No estudo comportamental de felinos aprendemos que as fêmeas (gatas) escolhem seus parceiros criteriosamente.  Elas são muito exigentes, não cruzam com qualquer desconhecido. Elas não gostam de gatos forasteiros, que estão de passagem; elas preferem sempre gatos conhecidos, bons caçadores, caseiros que sejam parceiros nas brincadeiras, que durmam juntos, que se cocem e que estejam sempre por perto para defender o território e ajudar a alimentar a prole.

       Partindo desse princípio, o meu paciente, “Eurico Miranda” (nome dado em homenagem ao ex-presidente do Vasco da Gama) era um exemplo. Ele foi envenenado com chumbinho e veio para ser cuidado aqui no Procamp, estava muito mal, ficou internado no soro, foi medicado e se recupero.

       Voltando para casa, para o conforto do lar, onde sua caminha, água e ração o esperavam, de repente ele sumiu; deu uma voltinha e trouxe na boca um filhotinho de pouco mais de um mês, que era igualzinho a ele.

      Ninguém nunca viu a mãe, que possivelmente deve ter sido envenenada também e sucumbiu, mas o pai extremoso trouxe o seu filhote para a sua casa, onde havia: comida, amor e carinho para sua família humana cuidar.

Dra. Maria Laudelina Goulart – veterinária e colunista do Jornal Mania de Saúde

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