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ADÍLIO: GOLS INESQUECÍVEIS, A NAÇÃO RUBRO-NEGRA SORRIA A CADA VEZ QUE ELE TOCAVA NA BOLA

September 16, 2018

 

Nome: Adílio de Oliveira Gonçalves

Nascimento: 15-05-1956, no Rio de Janeiro (RJ)

Clubes: Flamengo (1975-1987, 1993), Coritiba (1987-1988), Barcelona de Guaiaquil – ECU (1989), Itumbiara (1991), Alianza de Lima PER (1991-1992), Santos (1993), América de Três Rios (1994), Bacabal (1995), Serrano (1995), Barreira (1995-1996), Friburguense (1996).

Seleção Brasileira:1979-1982 (1 jogo, 0 gol).

          Em qualquer conversa sobre os melhores jogadores do Flamengo de todos os tempos, um meia precisa ser citado. Ele foi criado no clube, era extremamente habilidoso, criativo e excelente no passe. Foi autor de gols decisivos e figura importante da época mais gloriosa da história rubro-negra. Vivendo a maior parte e o período mais produtivo da carreira no Flamengo, é um dos recordistas de atuações com a camisa do clube e um grande ídolo da torcida.

          Mas seu nome não é Zico. No lendário meio de campo que deu ao Flamengo seus troféus mais valiosos, Adílio era o complemento, o parceiro de Zico. O jogador que mantinha o nível de preocupação da defesa adversária quando a bola não estava com Zico. O meia que garantia a qualidade do toque de bola de um dos times mais encantadores que o Brasil já teve.

          Os quatro Campeonatos Cariocas (1978, 1979, 1981, 1986)) que Adílio ganhou, parecem pouca coisa quando comparados aos três Campeonatos Brasileiros (1980, 1982, 1983), à Copa Libertadores (1981), e à Copa Intercontinental (1981). Essa lista é só para mostrar como naquela época, a torcida do Flamengo era feliz pela quantidade e qualidade das conquistas.

          Conquistas para as quais Adílio contribuiu com muita categoria e gols que o torcedor rubro-negro não esquece. Um deles, aconteceu na vitória mais celebrada da história do Flamengo: 3 a 0 no Liverpool, em Tóquio, em 1981. O time brasileiro já estava na frente, graças a um gol de Nunes, quando Zico cobrou uma falta de um jeito diferente. Em vez da bola alta, que procura o ângulo, desta vez ele bateu forte e rasteiro. A bola passou pelo meio da barreira e o goleiro sul-africano, do Liverpool, Bruce Grobbelaar, não conseguiu segurar. No rebote, Lico chegou antes da zaga, tocou para o gol, mas Grobbelaar voou e defendeu de novo. A bola apareceu na frente de Adílio, que acompanhava o lance. O chute ainda bateu num defensor inglês antes de entrar.

          Trinta e cinco minutos do primeiro tempo, relativamente cedo. Mas com 2 a 0, o mundo já sabia quem era o dono da coroa. O outro gol inesquecível de Adílio aconteceu também num 3 a 0, sobre o Santos, na decisão do Campeonato Brasileiro de 1983. Esse foi o jogo em que se estabeleceu o recorde de público da história da competição: 155.523 pessoas foram ao Maracanã.

          Adílio fechou a goleada no último minuto do jogo. Robertinho fintou Gilberto na ponta esquerda e fez um cruzamento preciso para Adílio mergulhar de cabeça. Seu sorriso aberto na comemoração do gol foi a senha para o começo da festa do tricampeonato do flamengo.

          Adílio deixou o Flamengo em 1987 e foi jogar no Coritiba. Teve um breve e sem brilho retorno em 1993, que em nada arranha seu papel no início dos gloriosos anos 80. Tempo em que a nação rubro-negra sorria a cada vez que ele tocava na bola.

André Kfouri e Paulo V. Coelho

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