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SANTA INÊS, VIRGEM E MÁRTIR

January 21, 2019

        Santa Inês é uma das mais populares santas cristãs, considerada, na Igreja, a padroeira da pureza. Ela nasceu em Roma, no ano de 291. Pertencia a uma nobre família cristã. Dotada de uma beleza encantadora, foi cortejada pelos melhores pretendentes, entre os quais o jovem Fúlvio, filho do Prefeito da cidade que fez de tudo para que a menina negasse a Cristo.

       Inês não cedeu em sua fé, mesmo diante das ameaças de torturas, que caracterizavam os sofrimentos dos cristãos, numa época tristemente famosa da história. Os imperadores pensavam que matando os cristãos estariam sufocando a nova religião. Mas não sabiam que o sangue dos mártires se tornaria semente de novas vidas para Cristo. A Igreja sofreu contínuas perseguições por 313 anos, especialmente por obra do Imperador Deocleciano, que reinava no tempo de Santa Inês.

       A jovem enfrentou um doloroso martírio com apenas 13 anos de vida. Ela foi levada para uma casa de prostituição, mas ninguém ousava tocá-la, pois todos que dela se aproximavam saíam extasiados com seu olhar divinal. Em seguida foi acesa uma fogueira para ela ser queimada, mas o fogo extinguiu espontaneamente logo que a jovem foi colocada na pira.

       Tentaram amarra-la com correntes, mas estas arrebentaram. Enfim, Inês foi decapitada em 21 de janeiro de 304 em Roma, num lugar aonde hoje há uma grande Basílica a ela dedicada, na Praça Navona, ao lado da Embaixada do Brasil, na Itália.

       O culto a Santa Inês, espalhou-se rapidamente no mundo cristão: inúmeros milagres e sinais divinos fizeram dela uma das santas mais conhecidas e amadas. Ela é cantada na Ladainha de Todos os Santos. Nas imagens ela é representada com um cordeiro, até porque o seu nome provém do latim “agnus” (cordeiro) e um lírio, símbolo da pureza.

       Santa Inês é a padroeira da castidade, das virgens e das vítimas de violação. A castidade deve ser encarada sempre como uma opção de vida: a opção por um maior e mais abrangente, um amor sem limites e sem fronteiras.

       Seus restos mortais encontram-se na grandiosa e antiga Basílica a ela dedicada, em Roma.

Pe. Guido Mottinelli

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