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September 4, 2019

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POR QUE JEJUM, ORAÇÃO E CARIDADE NA QUARESMA?

 

          A Quaresma é um tempo especial de graças e de conversão. São Paulo insistia: “Em nome de Cristo, vos rogamos: reconciliai-vos com Deus”! (2 Cor. 5-20); “exortamos-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is. 49-8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação”. (2 Cor 6. 1-2). Deve ser um tempo forte de meditação, jejum, esmola, que a Igreja chama de “remédios contra o pecado”.

       Cristo jejuou e rezou durante 40 dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Na Quarta-Feira de Cinzas, a Igreja coloca um pouquinho de cinzas sobre a cabeça dos fiéis. O sentido é lembrar que um dia a vida termina neste mundo, “voltamos ao pó” que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão: “És pó, e ao pó tu hás de tornar” (Gen. 2.19).

       Quaresma é um tempo de viver um pouco a mortificação (jejum, cortar um doce, deixar a bebida, cigarro, passeios, churrascos, TV, alguma diversão etc.) com a intenção de “fortalecer o espírito” para que possa vencer as fraquezas da carne, as tentações, os maus desejos e as paixões desordenadas.

       Na oração da Missa de Cinzas, a Igreja reza: “Concedei-nos ó Deus todo poderoso, iniciar com esse dia de jejum o tempo da Quaresma para que a penitencia nos fortaleça contra o espírito do mal”. Não é a valorização do sacrifício por ele mesmo, e de maneira masoquista, mas pelo fruto de conversão e fortalecimento espiritual que ele traz; é um meio, não um fim. “Vigiai e orai porque o espírito é forte, mas a carne é fraca”.

       A Igreja recomenda também a caridade para vencer a ganância e ajudar a quem precisa. São Paulo afirma que: “a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro” (1. Tim. 3-10). Jesus recomendou ao povo: “Guardai-vos escrupulosamente de toda avareza, porque a vida de homem, ainda que ele esteja na abundância, não depende de suas riquezas” (Lucas 15,15). “Filhinhos, quão difícil é entrarem no Reino de Deus os que põem a sua confiança nas riquezas! (Mc 10,24).

       Deus valoriza a esmola. “A caridade encobre uma multidão de pecados” (1Pe. 4,7; Pr 10,12). “Quem se apieda do pobre, empresta ao Senhor que lhe restituirá o benefício”. (Prov. 19,17). São Leão Magno dizia que “a mão do pobre é o banco de Deus”.

       Dá esmola de teus bens, e não te desvies de nenhum pobre, pois assim fazendo, Deus tampouco se desviará de ti” (Tob 4-12). “Encerra a esmola no coração do pobre, e ela rogará por ti a fim de te preservar de todo o mal “. (Eclo 29. 15-16).

Prof. Felipe Aquino – Escritor e apresentador na TV Canção Nova

    

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