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September 4, 2019

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ROBERTO DINAMITE: UMA MÁQUINA DE FAZER GOLS

Nascimento: 14-04-1954 – Duque de Caxias – RJ.

Clubes: Vasco da Gama (1970-1979, 1980-1989, 1990, 1992-1993) Barcelona – ESP (1979-1980), Portuguesa (1989-1990) Campo Grande (1991).

Seleção Brasileira: (1975-1984) 38 jogos, 20 gols.

      

       Na história do Campeonato Brasileiro, ninguém marcou mais gols do que Roberto Dinamite. Foram 190. Na história do Campeonato Carioca, ninguém marcou mais gols que Roberto Dinamite. Foram 279. Na história do Vasco da Gama, ninguém marcou mais gols que Roberto Dinamite. Foral 708. Roberto Dinamite era uma máquina de fazer gos. Dominava os fundamentos do centroavante: o chute com os dois pés, o cabeceio, a colocação na área.

   

 

O Vasco o descobriu nos campos de várzea do Rio de Janeiro, e ele retribui, transformando-se no maior ídolo do clube. Nas categorias de base, era um atacante do tipo trombador, que se aproveitava do porte físico. Esse é um comentário geralmente feito a respeito de jogadores que procuram compensar a pouca técnica com outras formas de sobrevivência nos gramados.

       Mas Roberto Dinamite já era um goleador eficiente, no início dos anos 70, mesmo antes de se aprimorar tecnicamente e acrescentar outras qualidades ao seu futebol. Ele foi o artilheiro do Vasco na campanha do primeiro título brasileiro do clube, em 1974. No final da década, a evolução como jogador lhe permitiu sair da área para trocar passes, cobrar faltas com alto índice de aproveitamento, preocupar as defesas adversárias com chutes violentos.

       Os gols e títulos no Vasco atraíram o interesse do Barcelona, mas a experiência na Espanha foi curta e frustrante. Durou apenas três meses e produziu só 3 gols. O retorno ao Maracanã foi melhor do que ele mesmo teria escrito se tivesse chance. Num jogo do Campeonato Brasileiro de 1980, o Vasco goleou o Corínthians por 5 x 2. Roberto Dinamite fez os cinco gols. O primeiro, driblando o zagueiro e batendo forte. O segundo, um chute de longe, que desviou no morrinho. O terceiro, em contra-ataque, da entrada da área. O quarto, no rebote do goleiro. O quinto, um chutaço de fora da área.

       Em mais de nove anos de serviço, outros quatro títulos estaduais foram para São Januário, graças às centenas de gols do camisa 10. Os vascaínos dirão que o seu ídolo não teve as oportunidades e/ou não recebeu o tratamento que merecia na Seleção Brasileira. E ai de quem discordar.

       Roberto Dinamite disputou a Copa de 1978, na qual marcou 3 gols. Um deles foi o da vitória contra a Áustria, terceiro jogo daquele Mundial, num chute que desviou levemente no zagueiro e acertou o ângulo. Como não havia participado dos dois primeiros jogos, o gol que classificou o Brasil para a segunda fase é considerado um dos principais momentos de sua carreira.

       Em 1982, foi convocado de última hora para substituir Careca, mas não foi aproveitado em nenhuma partida. Em quase 20 anos de suor e gols, Dinamite marcou o Vasco da Gama como nenhum outro jogador. Ninguém jogou mais vezes pelo clube, 1.110 atuações. É por isso, que para o vascaíno, ele é apenas Roberto. O apelido dado pelos jornalistas Eliomário Valente e Aparício Pires, que viram o centroavante surgir em 1971, é usado por quem precisa diferencia-lo. Para os devotos de São Januário, só há um Roberto. E não haverá outro.

André Kfouri e Paulo V. Coelho

 

 

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