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September 4, 2019

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VOCÊ JÁ SE VACINOU? PREVENIR CUSTA CARO, MAS COMPENSA

       Ainda em campanha de vacinação, já no finzinho outonal desse mês de maio, lá vem a incerteza. Por que tomar vacina? Por que tão poucas vacinas para tantas doenças? Os benefícios superam possíveis riscos colaterais?

       Jornalista da área científica, errando por mais de 60 países e suas regiões mais desprovidas, Donald G. McNeil põe o dedo na ferida infectada: dinheiro é o obstáculo maior à fabricação de vacinas. Os cientistas tardam, mas não falham; só precisam de investimentos para pesquisas, tanto caras quanto prolongadas. Não se deixam burlar.

       McNeil tem as vacinas em conta da mais engenhosa das invenções, ao lado dos antibióticos, água salubre e sistema de esgotos. Uma invenção bem sucedida. Contudo, 20 milhões de habitantes do planeta Terra, segundo a OMS ainda esperam a gotinha ou picada milagrosas – talvez porque lhes falte acesso.

       De 24 a 30 de abril, na Semana Mundial da Imunização, usando o tema Proteger juntos: vacinas funcionam, tentou, por onde andou, incutir o senso de rotina e a campanha ganhou alguns pontos. Desde 2010, 113 países usam mais e novas vacinas, em que pese a decepção de múltiplos surtos de sarampo, difteria e outras doenças “vacináveis”, há dois anos. A Semana lembrou o quanto já foi erradicado, as conhecidas doenças clássicas, e o quanto ainda falta fazer.

       Orin Levine, diretor do setor de distribuição de vacinas da Fundação Bill & Melinda Gates, indaga, em artigo recente: alguém já cogitou viver num mundo sem vacinas?  Não mesmo. Sem vacinas o mundo fica mais vulnerável. Elas têm, como função primordial, erradicar doenças. Todos vacinados em benefício de todos. Mesmo se as doenças voltam e se tornam epidêmicas, gerando pânico. Mas a culpa não é das vacinas. E outro capítulo da longa e dolorosa história das doenças, que recai na Indústria farmacêutica, na falta ou mal uso de recursos públicos, na resistência a antibióticos, pelo abuso, nos conflitos e guerras.

      

 

       Se a indústria privada contempla vacinas de maior preço, fundos e grupos terroristas fluem para bioarmas potenciais (antrax, raiva). Para prevenção geral, resta contar com investimento oficial e filantrópico. Crentes, os cientistas torcem para que, se o mundo se comprometer mais, mais vacinas possam surgir.

       Em Davos 2017, o Fórum Mundial criou a coligação para Inovação Preparatória de Epidemias, alguns bilhões de dólares no papel e 500 milhões iniciais, só a bem das vacinas. Acelerar seu tempo de produção, eis o motto. Os laboratórios e cientistas do presente dão continuidade ao passado, em preceitos, visão, fé, vontade – e amor ao próximo.

Clecy Ribeiro – jornalista e professora

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