Editor: Fernando Mauro Ribeiro - portalnovotempo.com - © 2017 PORTAL NOVO TEMPO CACHOEIRA ALEGRE/MG.

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September 4, 2019

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DIA NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA. POBRE CÓRREGO RICO

May 29, 2019

     Falar de Mata Atlântica envolve inúmeras questões relacionadas ao Meio Ambiente, como preservação dos nossos rios, represas, nossos mananciais, o feroz desmatamento, o uso irresponsável de agrotóxicos nas lavouras, extinção de áreas ambientais que deveriam ser preservadas, reciclagem de lixo, poluição de nosso ar que nos acarreta várias doenças respiratórias, de pele e tantos outras situações que por mais que sejam debatidas nos encontros do gênero, é vital que sejam tratadas, entendidas, assimiladas e assumidas nas nossas casas, nossa escola, na nossa rua, no nosso bairro, nossa cidade...

       Ah, como eu gostaria de não estar falando disso. Mas como não falar? Como não denunciar esses crimes ecológicos que tomam de assalto nosso habitat de forma tão agressiva ao ponto de ameaçar a vida no planeta Terra? Essas questões sempre me interessaram. Em 2016, fiz um Curso sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade e obviamente, passei a me preocupar ainda mais e também a engajar-me em algumas atividades relacionadas, aqui em Muriaé. durante um ano e oito meses, mantivemos uma Coluna intitulada /// no Portal Novo Tempo, abordando sistematicamente estas questões, denunciando o uso indiscriminado de agrotóxicos, falando da coleta de lixo, da absurda poluição do Córrego Rico em Cachoeira Alegre, de desmatamento e outras questões.

       Quem viu, em tempos áureos, o ribeirão denominado Córrego Rico, que divide ao meio nossa Comunidade, se lembra que havia nele fartura de peixes e muitos meninos daquele tempo se banhavam em suas águas. Hoje, o Córrego é apenas um fio de água suja, mal cheirosa, extremamente poluída pelos dejetos que são lançados no “pobre” Córrego que um dia, recebera o nome de Córrego Rico e, por muitos anos, ele fora de fato rico.

       Fala-se muito em se conseguir verba para a canalização desse Córrego. Penso que, canalizá-lo não é o melhor para a população e que se teria dificuldades em se obter verba público para tal projeto. Ao passo que, se desenvolvermos um trabalho efetivo de conscientização nas escolas Municipal e Estadual, na Comunidade através da Paróquia, do Conselho de Desenvolvimento Comunitário e outros órgãos, com uma proposta de se reflorestar toda a margem do ribeirão, até a cabeceira, em sua nascente, lá para as bandas das propriedades dos Assis, se recolhermos todo o lixo nele depositado, com o propósito de não mais permitir que esse tipo de comportamento equivocado se repita; creiam todos vocês: teríamos nosso Córrego Rico de volta e totalmente limpo.

       É evidente que isso demandaria um tempo, e que talvez alguns de nós não colheríamos desses frutos. Mas, com certeza, estaríamos deixando um belo legado para as futuras gerações. E se pensarmos em se traçar duas ruas paralelas às suas margens: uma à direita e outra à sua esquerda. O que se proporcionaria de lotes para a construção civil atenderia à demanda de tantos moradores, sem falar que poderíamos trafegar por essas vias, arborizadas, pavimentadas e sem o habitual mal cheiro que infesta as casas próximas.

       Já conversei disso com algumas pessoas. Enquanto uns me acharam lunático, outros gostaram da ideia. E não pense você, caro leitor, que se trata de algo impossível, inviável ou coisa parecida. É bem verdade que se necessita de verba sim. Não sou nenhum irresponsável para dizer o contrário. Contudo, é preciso e é possível iniciar já tal projeto.

        Para iniciá-lo, não precisa muito mais que a “boa vontade”, engajamento de todos, envolvimento de todas as classes. Digamos que primeiro, faríamos uma extensa coleta, retirando todo o lixo, depois viria o plantio de árvores, na sequência, a limpeza do entorno, a abertura das duas ruas às suas margens para melhor fiscalizar e executar o nosso projeto. O Córrego foi limpo recentemente por uma equipe da Prefeitura. Não sei se em toda a sua extensão. Porém, até onde vi, é incontestável o quanto mudou seu aspecto.

       À coleta de recicláveis, se somaria oficinas, atividades ambientais, plantio e distribuição de mudas, caminhadas ecológicas, um abaixo-assinado com o intuito de se conseguir mais adeptos, um simbólico abraço ao Córrego, palestras sobre o meio ambiente, uma Santa Missa relembrando as Campanhas da Fraternidade que abordaram o tema “ecologia”, apresentações musicais priorizando o tema, e outras atividades culturais.
 

      Topas? Fale disso na sua escola, na sua casa, bairro, grupo de amigos, no racha de fim de semana com os amantes do futebol, nos bares da vida, na Igreja-matriz, na Câmara de Vereadores, onde quer que estejas. Proponha, forme um grupo e conte comigo!

       Enquanto mantermos nossas mentes fechadas, enquanto acharmos tudo difícil e mantermos os nossos braços cruzados, os “lobos” do poder vão só ocupando os espaços e destruindo com suas ambições desmedidas. Quando a gente se der quer conta, talvez não tenhamos água potável para o nosso consumo. Veja algumas manchetes assustadoras que colhi numa página da internet. É bom que façamos algo, pois, é assim que agem os inescrupulosos políticos que nós elegemos.

Fernando M. Ribeiro

 

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE...

GOVERNO LIBERA MAIS 31 AGROTÓXICOS. ‘É O PL DO VENENO SENDO EXECUTADO’

Para geógrafa e pesquisadora Larissa Mies Bombardi, novos registros formalizados nesta semana indicam que, mesmo sem a votação, pacote que flexibiliza as regras sobre venenos está em ação

 

DESMONTE DO ESTADO POR BOLSONARO BENEFICIA LIBERAÇÃO DE AGROTÓXICOS

Avaliação é da coordenação nacional do MST. Dados da ONU indicam ainda que uso dos venenos na agricultura é responsável por 200 mil mortes por intoxicação por ano

 

RURALISTAS QUEREM O FIM DA PROIBIÇÃO DA PULVERIZAÇÃO AÉREA DE AGROTÓXICOS NO CEARÁ

Com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra legislação estadual sancionada em janeiro, Confederação Nacional da Agricultura querem inibir a aprovação de leis semelhantes em outros estados

 

PROJETO DE FLÁVIO BOLSONARO EXTINGUE RESERVA LEGAL EM ÁREAS RURAIS E URBANAS

PL 2362/2019, em tramitação no Senado, revoga o capítulo do Código Florestal que estabelece área de reserva legal, seu regime de proteção e também das áreas verdes urbanas

 

61 MILHÕES DE PESSOAS PODEM FICAR SEM ÁGUA NO BRASIL. METADE ESTÁ EM SP E RJ

Levantamento da Agência Nacional de Águas (ANA) mostra que o país tem sofrido estiagens cada vez maiores, ao mesmo tempo que demanda aumenta continuamente

 

CONTAMINAÇÃO GENERALIZADA POR AGROTÓXICOS EXPLICA MORTANDADE DE ABELHAS

'Se as abelhas estão contaminadas, então tudo mais também pode estar contaminado', afirma autor de tese sobre perdas de colônias por uso de venenos nas lavouras

 

ÁGUA DE UMA EM CADA QUATRO CIDADES ESTÁ CONTAMINADA COM AGROTÓXICOS

Ao todo, 27 pesticidas foram detectados por empresas de abastecimento de 1.396 municípios. 'Brasil está servindo coquetel da morte pelo governo Feijó. https://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2019/04/sob-bolsonaro-e-ricardo-salles-icmbio-sera-controlado-exclusivamente-por-militares/

 

A ÁGUA É FONTE DE VIDA

     A Represa de Guarapiranga tem que ser preservada. Responsável pelo abastecimento de 5 milhões de pessoas na cidade de São Paulo, a represa sofre com despejo de esgoto e o desmatamento.Na manhã de domingo, Abraço ao Guarapiranga terá ampla programação no entorno do manancial

        

 

         Chamar a atenção sobre a importância da represa Guarapiranga como fonte de abastecimento de água da cidade de São Paulo e na região metropolitana, além de denunciar o descaso com a preservação dos mananciais e alertar a população para a possibilidade de privatização do saneamento básico, tema em debate no Congresso Nacional. Esses são os objetivos do evento Abraço ao Guarapiranga, realizado neste domingo (26), no entorno do manancial, organizado por entidades ambientalistas, universidades e segmentos da sociedade civil. O movimento em defesa da represa começou em 2006, quando a represa completou 100 anos.

       “Acreditamos que a água é fonte de vida. A represa de Guarapiranga, nos últimos anos, tem sido muito desvalorizada. Um dos grandes problemas da região, aqui na área de mananciais, é o desmatamento, e a própria Sabesp jogando esgoto na represa, o que é inaceitável. Ela é a ‘caixa d’água’ para 5 milhões de pessoas na região sul de São Paulo. A represa tem que ser respeitada e valorizada pelas autoridades, mas também pelos moradores da região, que ainda jogam muito lixo na represa”, afirma o padre Jaime Kroul, que atua na conscientização em relação ao meio ambiente, na região do Jardim Ângela, zona sul de São Paulo.

https://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2019/05/comemoracao-pelo-dia-da-mata-atlantica-fica-inibida-diante-das-ameacas-de-bolsonaro/

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