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September 4, 2019

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LEMBROU-SE DE ABRAÇAR SEU AMIGO?

         Você se lembrou de abraçar o seu amigo no dia do amigo? No dia 20 deste mês celebramos o Dia Internacional da Amizade. Se você é do tipo que dá uma espiadinha na nossa página todos os dias, deve ter encontrado lá, uma mensagem. Aliás, pensei em publicar a letra de uma música de Osvaldo Montenegro, “A Lista”. Essa composição extraordinária, contudo, não é uma homenagem, mas, uma exortação, um alerta, um chamado de atenção, uma sacudida para que façamos uma reflexão. Procure ver.

       Mas, eu gostaria, para encerrar essa edição, de falar sobre o relacionamento humano, de abordar esse tema, pois, percebo que há, ultimamente, uma superficialidade nas relações, não há uma profundidade no conhecimento do outro. Então, vamos!

 

O RELACIONAMENTO PODE SER BEM MELHOR

Antigamente as pessoas tinham mais tempo. À noite, sentavam-se ou para conversar com a vizinho ou com a família, para falar do cotidiano. A televisão não tinha tanta importância, muito menos o computador e o vídeo game. As pessoas se conheciam e estavam mais próximas umas das outras.

       Nos dias de hoje, o relacionamento humano está desgastado porque não temos tanto tempo: o trabalho, as preocupações do dia a dia, a correria. Também pelo fato das famílias estarem desestruturadas, em função da mudança de valores do nosso tempo. A maior preocupação com as pessoas é com o ter. a sociedade está mais consumista, sempre na intenção de suprir suas necessidades e desejos, as pessoas estão se tornando egoístas, voltadas para si mesmas, para seu próprio umbigo.

 

SUPERFICIALIDADE NAS RELAÇÕES

       Com o avanço da tecnologia, estamos ficando mais tempo com as máquinas: com o computador, aparelhos operacionais, vídeos games, televisão. E às vezes nos relacionamos melhor com estes do que com as pessoas de casa, de onde moramos... É muito fácil se relacionar com máquinas, pois elas reagem conforme o nosso desejo. Vivemos a era virtual, temos que ter cuidado de não tornarmos os sentimentos também virtuais.

      Não estamos dizendo que a modernidade e a tecnologia são negativas. Mas sim a forma equivocada como ela está sendo usada na vida das pessoas. A modernidade é necessária, mas os homens e mulheres não devem se tornar escravos dela. Ela tem que ser utilizada para o bem de todos.

        Existe uma superficialidade nas relações, não há uma profundidade no conhecimento do outro. Conhecemos o que é aparente, o superficial. Grande parte das pessoas tem medo de revelar-se, de deixar-se conhecer. Ser transparente é um risco, porque isso pode nos tornar vulneráveis. Sem dizer que, pode existir um jogo de interesses em determinadas relações.

       Um outro fator importante é que, pelo fato de sermos pessoas diferentes, na convivência, começamos a nos confrontar com o diferente, o diverso e muitos casos desejamos que os outros façam o que queremos, estejam à nossa disposição.

 

RELAÇÕES VERDADEIRAS

       Quando entramos em contato com o outro é que nos conhecemos, percebemos nossas capacidades, nossas habilidades, mas também nossos limites e conflitos. O grande desafio do dia de hoje é mostrar que é possível acreditar, confiar e poder contar com o outro, com a outra. É bom perceber que existem pessoas que, apesar do risco, enfrentam este desafio.

       Não fomos criados para viver sozinhos, isolados. No início, por uma questão de sobrevivência, depois por afinidades. Desde a criação, a humanidade vive em grupos, se relacionando para se proteger, partilhar, viver sua afetividade e sexualidade. Então, procuremos, por mais difícil que pareça, estar abertos para acolher o outro. Quanto mais abertos, mais maduros seremos nas relações.

       Ser verdadeiro nas relações implica ser verdadeiros consigo mesmos. Então, procuremos perceber e ter clareza de como andam as nossas relações para termos pelo menos uma ideia do que sou, como estou.

       Todos nós temos a capacidade de sermos felizes, basta sermos abertos e sermos verdadeiros com as pessoas. Que a mudança comece por nós mesmos, não assumamos uma posição cômoda de mudar a partir da mudança do outro.

        E para que a mudança aconteça, é necessário nos questionarmos e refletirmos sobre nossas atitudes, nossos relacionamentos com os amigos, com a família, com as pessoas com quem convivemos. E isso faz parte de um processo de amadurecimento pessoal que todos vivemos.

Leonice Maria de Freitas – psicóloga

 

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