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MORRE NO RIO, VÍTIMA DE BALA PERDIDA, O CACHOEIRENSE JUNINHO

September 3, 2019

         Cachoeira Alegre acordou triste com a trágica notícia da morte de José Pio Bahia Júnior. Filho de José do Hélio (falecido) e Eva, o rapaz de 45 anos, morava há 22 anos no Rio de Janeiro, onde exercia a profissão de pedreiro. Hoje, na manhã de três de setembro, o Hora Um, jornal matutino da rede Globo dava a notícia e surpreendeu-nos a todos.

       O fato teve enorme repercussão uma vez que o pedreiro é muito querido na Comunidade de Vila Kennedy, onde morava e estava montando um taipa para encher uma laje, quando foi alvejado. Houve enorme revolta por parte dos moradores que inconformados com a morte de mais um trabalhador, se manifestaram colocando fogo em pneus, atravessaram um ônibus na Avenida Brasil que ficou interditada por longas horas.

       A notícia foi veiculada também em outros telejornais e, em todos eles, os moradores da comunidade eram unânimes em afirmar que a polícia é quem havia atirado. O que se sabe é que havia um confronto entre bandidos e a PM e, que o cachoeirense Juninho foi atingido em cima da laje, onde trabalhava. O que se espera é que o caso seja esclarecido e os culpados sejam punidos.

       “A arma de meu irmão era um martelo e sua munição era os pregos”, postou o irmão de Juninho em suas redes sociais. Sua mãe, que viajou para o Rio de Janeiro em função do ocorrido, desabafou: “Meu filho, você vai me fazer muita falta. Quanta dor. Que Deus te receba na glória”!

       Há cerca de algumas semanas, ele esteve em Cachoeira Alegre, visitando a mãe e os familiares. Com amigos, confidenciou que estava se programando para retornar à terrinha, assustado que estava com a violência da cidade carioca; não deu tempo!

       É difícil. Mas é preciso aprender a lidar com as frustrações da vida, com a dor da perda. Muitas manifestações de pesares nas redes sociais, muita dor e revolta, geradas pela forma truculenta e até irresponsável da polícia que chega atirando sem nenhum critério: “primeiro atira, para depois fazer a abordagem”.

       Num clima de total consternação, a comunidade aguarda a chegada do corpo que virá para Cachoeira Alegre, onde será velado na Capela Bom Pastor e sepultado no cemitério de mesmo nome, na tarde de quinta-feira.

À mãe Eva e todos os familiares, nossos pêsames, em nome do Portal Novo Tempo.

Fernando Mauro Ribeiro

 

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