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HÁ MAIS DE 50 ANOS, NO MORRO DO IPIRANGA, UMA CRUZ, GUARDA O CACHOEIRENSE

October 2, 2019

           

 

 

         Todo cachoeirense sabe da existência de uma Cruz altaneira, no cume do Monte Ipiranga, em Cachoeira Alegre. Se digo isso afirmando e não interrogando, é porque esta cruz, é o Santo Cruzeiro, que foi fixado lá, há mais de cinquenta anos. Ela é voltada para a chegada principal de nossa comunidade; tradicionalmente conhecida como a Porteira do Alto, mais precisamente no Trevo entre os bairros São Tomé e Bela Vista.

       Por ocasião de uma visita do Pe. Alfredo Rueda, que aqui estivera durante uma semana, pregando Missões; esse madeiro, fora lavrado à machado, à sombra da grande árvore no centro da Praça Olavo Carlos dos Santos, pintada de branco e conduzida por centenas de fiéis ao mais alto daquele monte, ao som da Banda de Música, orações e hinos religiosos, entoados pelos paroquianos, ao longo de todo o percurso.

      Segundo a tradição da Igreja, confirmada pelo Padre Missionário Alfredo Rueda, ganha-se indulgência, os fiéis que em penitência, visitarem esse local nos dias:

04 de setembro – A data em que a Cruz fora levada e elevada naquele Monte.

 

14 de setembro – Dia da Exaltação da Santa Cruz. Nessa data, a Cruz de Cristo foi exposta para oração e veneração. (veja nesta edição, matéria de Pe. Eduardo Douguerty).

 

E também na Sexta-Feira Santa. Neste dia celebramos a Cruz como instrumento de salvação e símbolo da vitória de Jesus sobre a morte.

      

       Por isso, além de em outras datas se vê peregrinos subindo ao Morro do Ipiranga, para lá, diante do Glorioso e Santo Cruzeiro, fazer sua prece; é sabido que também nessas três datas, se deve visitar o local. Nas duas primeiras décadas: sessenta e setenta, era muito comum se reunir ao pé da Cruz, nessas três datas, para a Reza do Santo Terço ou uma Celebração da Palavra. Em duas ocasiões se celebrou no local o sacrifício da Santa Missa.

       Com o passar do tempo, foi se perdendo o hábito de se visitar o Cruzeiro nas três datas, mantendo apenas a visitação na Sexta-Feira da Paixão, quando os fiéis, se concentram na Praça da Matriz, por voltas de cinco horas da matina e saem em procissão, meditando As Estações da Via Crucis de Jesus.

      Esse percurso é feito por muitos fiéis, com velas acesas, lanternas ou celulares, para iluminar o caminho, como registra esse informativo a cada ano e, a presença de um Seminarista, Diácono ou Padre que reza com o povo e, a diante de cada quadro da Via Sacra, se faz uma pequena parada para oração e reflexão.

       Quando disse, no primeiro parágrafo, da existência dessa Cruz e, que todos, têm, dela, conhecimento; não o fiz em vão. Ela permanece lá. Iluminada, ilumina nosso caminho, orienta nossos passos, direciona o caminheiro errante na noite escura. “Ela terá os braços abertos para a nossa cidade, assim como o Cristo a acolher a todos”. Disse Padre Alfredo, na ocasião.

       Sou testemunha ocular. Era um menino - de calças curtas – estava lá e o ouvi dizer essas palavras. De fato, por mais de cinco décadas, lá está a Cruz, esse facho de Luz, a guardar nossa cidade. Nesse sábado, toda Igreja está convidada a se unir a um grupo de fiéis que estará subindo o Monte Santo, para lá rezar e com seu canto louvar ao Criador: “À sombra dos teus braços, a Igreja viverá. Por ti, num eterno abraço, o Pai nos acolherá. Vitória, tu reinarás. Ó Cruz, tu nos salvarás. Vitória, tu reinarás. Ó Cruz, tu nos salvarás”.

Fernando M. Ribeiro

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