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PROCURADOR DIZ QUE SALÁRIO DE R$ 24 MIL É UM “MISERÊ”

September 14, 2019

         Funcionário do MP de Minas Gerais informou que está à base de remédios por causa do valor de seu “baixo” salário. Ouvi essa notícia no início da semana, através da Rádio Itatiaia. Depois, um amigo me mandou pelo whatsapp e, à noite, ela estava em todos os telejornais. Nós, brasileiros, estamos penalizados diante de tanta dificuldade pelas quais passa esse “nobre” senhor, em função de seu “baixíssimo” salário de R$ 24 mil, considerado pelo próprio um “miserê”.

       . A fala do procurador causou indignação e, em repúdio, fizeram manifestações de protestos. Em Belo Horizonte, por exemplo, iniciativas foram tomadas no sentido de ajuda-lo: numa movimentada praça da capital mineira, foi colocada uma caixa com cartazes pedindo contribuições para doá-las ao pobre homem.

      Um procurador do Ministério Público de Minas Gerais foi gravado durante um desabafo sobre a possibilidade de não haver reajuste para a categoria na hipótese do estado assinar um acordo de recuperação fiscal. No áudio revelado pela Rádio, Leonardo Azeredo dos Santos, que recebe 35 mil de vencimentos brutos, reclama com o chefe da procuradoria, Antônio Sérgio Tonet, que está “deixando de gastar 20 mil em cartão de crédito” por conta do salário. Ao todo, ele recebe 24 mil após os descontos.

 

 

      

O QUE DISSE O PROCURADOR:

       Como é que o cara vai viver com 24 mil? O que nós vamos fazer para melhorar a nossa remuneração? Ou nós vamos ficar quietos? – questiona, Azeredo na gravação: - Estou deixando de gastar 20 mil de cartão de crédito e estou gastando 8 mil para poder viver com os 24 mil. Eu vários outros já estamos vivendo à base de comprimidos de antidepressivo.

       Em outro trecho do áudio, o procurador chama seus rendimentos de “miserê”. Ele questiona o procurador geral sobre perspectivas de elevar salários através de vantagens. – já estou baixando o meu padrão de vida bruscamente, mas eu vou sobreviver. E não é porque sou perdulário. É para manter o meu patrimônio que conquistei ao longo de 28 anos de carreira – completa Azeredo.

       Para o procurador do MP – MG, a dificuldade de viver com o que considera pouco vem de sua origem familiar: - Sou perdulário porque pago R$ 4.500 de condomínio e IPTU por mês. Eu, ao longo da carreira, quis ter mais condição. Infelizmente não tenho origem humilde, não sou acostumado com tanta limitação.

       Segundo o portal de transparência, o procurador chegou a receber R$ 78 mil em junho, somados à remuneração líquida, indenização e outras verbas remunatórias. O MP-MG disse em nota que não tem nenhum projeto em andamento para complementar a renda de servidores, procuradores e promotores com benefícios pecuniários.

       Sei que fui um tanto sarcástico ao redigir tal matéria. Acontece que esse desabafo do procurador causou revolta em muita gente. Não quero dizer aqui, que ele não mereça melhor salário. Mas, se ele não está satisfeito, que busque então outro trabalho onde possa ser melhor remunerado, No país em que vivemos, com uma salário mínimo, que escorre entre os dedos, mas, que o trabalhador tem que se manter com ele e manter sua família; ouvir esse despaupério por parte de um procurador, chega a ser mesmo, revoltante!

Fernando M. Ribeiro

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