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September 4, 2019

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ALUCINAÇÃO – UM CONCERTO BÁRBARO   MUSICAL EM HOMENAGEM A BELCHIOR

       Não tivesse eu, outros compromissos - viajei no dia 5 e retornei no dia 9 - teria permanecido no Rio por mais alguns dias, e assistiria na quinta-feira, dia doze, a apresentação de João Homem de Mello, no Teatro Oi Casagrande, um tributo ao cantor Belchior. Sem caracterização em cena pela primeira vez, Jarbas faz homenagem a Belchior.

       Não deixa de ser um musical, mas desta vez, o marido de Cláudia Raia não estará caracterizado nem dançando em cena. O ator e apresentador subiu ao palco em única apresentação, para mostrar sua faceta cantor em “Alucinação – Um concerto bárbaro”. Quem é fã já sabe, só pelo nome do show (que reúne títulos de músicas e de álbum do artista), para quem é o tributo em questão.

       Achei que não deveria usar o icônico bigode ou qualquer outra coisa que lembrasse Belchior visualmente. Não queria faze a caricatura de um homem de voz tão marcante... Não é uma imitação, é uma homenagem, explica Jarbas, que pela primeira vez faz um espetáculo sem o escudo de um personagem: sou eu ali, de cara limpa, me comunicando com o público. E tem sido muito bacana essa interação. O show é muito divertido, leve.

       Acompanhado pela Banda Radar, que tocou em mais de mil shows e gravou discos por mais de uma década com Belchior, Jarbas canta 19 músicas, entre sucessos e canções lado B, e conta causos da vida do lendário cearense, que viveu seus últimos anos em fuga da vida artística no sul do país. Foi lá que, no início da década de 1990, que o gaúcho Jarbas conviveu com ele, como produtor musical de uma turnê.

       Belchior era um cara muito doce, piadista. Passava as madrugadas batendo papo, fumando cachimbo ou charutos e bebendo vinhos. E como era culto! A gente ficava admirado, assistindo a ele falar, relembra o artista, que pediu a Zeca Baleiro para narrar o texto de abertura do show: - Ele me contou que também foi atrás de Belchior no Rio Grande do Sul, para convencê-lo a voltar a fazer shows. Ninguém sabe bem até hoje, o que ouve com ele...

      Guitarrista que tocou com Belchior de 1984 a 2000 Sérgio Zurawski enfatiza a genialidade e o carisma do saudoso amigo: - A obra dele é fantástica, única. Cativa desde um ribeirinho do rio Amazonas até um catedrático de alto nível. Até quem não entende português se rendia ao magnetismo de Bel, como constatei num show que fizemos na Turquia. O público que não entendia nada, simplesmente adorou!

       A verdade é que, já retornei a Cachoeira Alegre, estou em casa, mas fica a dica aí: Fã ou não de Belchior, se souber que esse show acontecerá novamente; não perca. Garanta logo o seu ingresso. Mas, antes, me avise, para que eu também possa assistir. Quem não tem saudade desse gênio, de obra consagrada e aplaudida e vida pessoal enigmática.

Fernando M. Ribeiro

 

 

 

O MAIS IMPORTANTE É O AMOR ENTRE AS PESSOAS, DISSE O FILHO DE WAGNER MONTES

      Diego Montez é um rostinho bonito que estamos vendo na novela Bonsucesso, no horário das sete, na rede Globo de Televisão. Seu personagem Willian é um sucesso na novela com bordões divertidos, caras e bocas e tiradas que o próprio público gostaria de ter ao enfrentar os vilões da história.

       O ator de 26 anos, conta que existe ainda uma torcida pelo par que forma com Rafael Infante no folhetim, e com quem já gravou um beijo: “Nunca tive um comentário homofóbico ou um ataque nas minhas redes. Isso é maravilhoso. Eu não sabia qual seria a reação após o beijo. E foi tão natural, como deve ser, que isso não virou um assunto.

      Diego, que é filho do apresentador  Wagner Montes, morto vítima de um câncer em janeiro, e da atriz Sônia Lima, só fica reticente ao falar da própria orientação sexual: “Não gosto de falar sobre minha vida pessoal. Sempre fui assim. Eu acredito no amor. O assunto mais importante é o amor entre as pessoas. É no que eu acredito.

Fonte: Jornal Extra

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