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September 4, 2019

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DIA DO RADIALISTA

      Roberto Marinho: jornalista, radialista, empresário de comunicação, colecionador de obras de arte, amigo de escritores, desportista e defensor do patrimônio histórico e ambiental. São muitas das facetas desse homem que viveu quase um século e que dedicou sua vida à informação, à educação e ao desenvolvimento econômico e social do Brasil.

       

       “Posso dizê-lo, sem qualquer ostentação, que a palavra é o meu orgulho e o meu ofício, o meu desafio e o meu consolo. Se aprendi a dominá-la é porque aprendi, a respeitá-la. Este é o dever primordial do jornalista que não quiser se contentar em ser apenas o escritor do efêmero, mas o cronista de seu tempo.

Dessa forma, os relatos de acontecimentos aparentemente circunstanciais transformam-se em páginas da história. O jornalista atua no presente, mas serve ao futuro. É assim que ele ingressa no universo cultural”.

Roberto Marinho

Acreditou no Rádio como novo veículo para informar, entreter e prestar serviço ao ouvinte.

 

 

 

Conhecia tudo em jornal: a oficina, a redação, a administração.

 

Aos 27 anos, assumiu o cargo de diretor-redator-chefe de O Globo.

 

A grande paixão foi sempre o jornalismo.

 

Investiu na publicação de histórias em quadrinhos e em pleno Estado Novo, quando eram censuradas.

 

Criou a Rio Gráfica e depois a Editora Globo, apostando no crescimento do público leitor.

 

A paixão pela música fez com que apoiasse projetos como o Aquarius, para levar música clássica ao grande público.

 

A criação da gravadora Som Livre apoiou novos artistas e ajudou a divulgar a Música Popular Brasileira.

 

Aos 60 anos, empenhou todos os seus bens para investir na Rede Globo de Televisão.

 

Lançou o primeiro telejornal em rede no país – o Jornal Nacional – que diariamente mostra o que há de mais importante no Brasil e no mundo.

 

Abriu espaços para novos talentos, linguagens e formatos na teledramaturgia. As novelas, minisséries e seriados fazem parte da memória afetiva do brasileiro.

 

Estimulou e ajudou a profissionalizar o esporte brasileiro por meio das transmissões e coberturas jornalísticas.

 

Criou a Fundação Roberto Marinho, entidade sem fins lucrativos para desenvolver projetos de incentivo à educação e de apoio ao patrimônio e ao meio ambiente.

 

Apostou na televisão por assinatura, a Globosat, para levar novos conteúdos de qualidade à população.

 

A crença na força da comunicação fez com que investisse na internet, criando o portal Globo.com

 

Adquiriu obras de arte, constituindo uma das mais importantes coleções do Brasil.

 

Foi amigo de pintores, escritores e artistas, ajudando-os na criação de seus trabalhos e incentivando-os a apostar em novas linguagens.

 

Ao investir em comunicação, educação e cultura, criou milhares de empregos e colaborou com o desenvolvimento social do país.

Fonte: Arquivo Agência O Globo

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