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September 4, 2019

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         O mês de outubro é marcado também pela devoção à Nossa Senhora Aparecida e com isso as romarias à cidade de Aparecida, no Vale do Paraíba – SP se intensificam. Teve início ontem, na Igreja-matriz São Sebastião, em Cachoeira Alegre, com uma grande participação dos fiéis que desejam celebrar a Rainha e Padroeira do brasil, a Novena em honra a Nossa Senhora Aparecida. Aliás, na Igreja-matriz, do Porto, em Muriaé, cuja padroeira é também a Mãe Aparecida, há uma extensa programação para homenagear a mãe de Jesus. Você já leu ou ouvir falar de "A Romaria da Princesa"?. Vamos conhecer essa história?

       Permitam-me repetir que os santuários são lugares sagrados para os quais, por diversos motivos, os peregrinos acorrem com o objetivo de manifestar a fé. Vem gente de todo o tipo e com os mais variados pedidos. Interessante notar como é comum se pensar que pessoas importantes, ricos e poderosos não têm problemas e, se os têm, encontram solução com facilidade. Não precisam apelar para Deus. Mas não é bem assim!

       O fato que conto e está no livro de história do Santuário de Nossa Senhora Aparecida e comprova que o ser humano tem necessidade de buscar em Deus resposta para as suas angustias. A princesa Isabel, aquela que vinte anos depois ia entrar para a história do Brasil como libertadora dos escravos, por assinar, em 13 de maio de 1888, a Lei Áurea, fez romaria a Aparecida.

        Foi, precisamente no dia 7 de dezembro de 1868. Ela estava acompanhada do marido, o príncipe francês, Gastão de Orleans. Na verdade, o casal estava no Sul de Minas Gerais, no chamado circuito das Águas – Caxambu, Lambari, Campanha -, celebrando os quatro anos de casamento e buscando, naquelas águas virtuosas, por indicação médica, a tentativa de cura da infertilidade.

       Na volta para o Rio de Janeiro, eles resolveram passar por Aparecida. Nem é preciso dizer qual o pedido deles à santa, feito no dia seguinte, 8 de dezembro, feriado nacional dedicado à Senhora Aparecida, quando participaram da Missa. Eles queriam ter filhos. Faltava esta dádiva à segunda maior autoridade do Brasil, a filha de Dom Pedro II. Fazer o pedido à Mãe de Jesus era o que lhes cabia fazer.

       Pouco tempo passou, mais precisamente 6 anos, e o príncipe voltaria sozinho a Aparecida. Desta feita, por um motivo triste que tinha acontecido ao casal: em 1874, nascia a primeira filha. No entanto, o bebê morreu no parto. Mas a história não acabou.

       A graça de Deus não se tinha completado: a piedosa princesa Isabel voltou a engravidar outras vezes e nos seis anos seguintes nasceram três filhos. A bênção que buscaram foi abundante. Completa a história outro fato: o presente que anos mais tarde – em 1888 – a princesa e romeira Isabel daria à Nossa Senhora Aparecida: uma coroa com 300 gramas de ouro e 40 diamantes, com a qual a imagem seria coroada em grande festa, em 8 de setembro de 1904.

       Tem toda razão quem se dirige à Nossa Senhora com a esperança de receber graças divinas. Ela é Mãe tanto do Filho-Deus como dos filhos humanos, e se faz mediadora entre estes e Aquele. Para a Nossa alegria.

Por Fernando M. Ribeiro – Extraído da Revista de Aparecida (Padre João Batista de Oliveira).

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