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BATE PAPO COM O CANTOR GILSON VIEIRA

October 16, 2019

        Foi lindo ouvir ele contar suas histórias, conversar com o público, interpretar as canções e ver a plateia cantando junto; o que de certa forma vem atestar – o que nós já sabíamos - sua inserção num seleto grupo de criadores de grandes sucessos. Além de Casinha Branca que teve vendagem de mais de 500 mil cópias, que deu a ele disco de ouro e platina e, que tem regravações no Brasil e no exterior; Gilson é dono de uma vasta obra.

      Vários hits cantados nas trilhas de novelas, como: Cabocla (Andorinha); Plumas e paetês (A mesma porta); Ti, ti, ti (Não diga nada); Olhai os lírios do campo (Chuva); Brilhante (Old Photografe) versão de Casinha Branca em inglês, por Gim Capaldi. Ele fez músicas para Maria Bethânia, Alcione, Emílio Santiago, Adriana, os Grupos “Só pra contrariar” e “Negritude Júnior, dentre outros.

Gilson, como era conhecido no início da carreira, ou Gilson Vieira da Silva, o cantor potiguar, nasceu em Macau, no Rio Grande do Norte, é quase um natalense, disse ele; mas que mora no Rio de Janeiro; gentilmente, conversou um pouco com o Portal, para falar de sua trajetória. Veja:

 

 

Novo Tempo: Quando percebeu que queria escrever músicas e interpretá-las?

 

Gilson Vieira: Sou de uma família de músicos, nasci no meio da música. Meus pais eram do meio. Meu irmão, músico famoso em São Paulo. Daí, a influência é natural. Mas, também o desejo de me expressar de forma mais poética.

 

Novo Tempo: Autor de tantas canções de sucesso, mas atualmente um tanto ausente da grande mídia... Como vai a carreira?

 

Gilson Vieira: Tenho trabalhado bastante, mas não sou um artista extravagante. Na verdade, sou simples e muito tímido, mas gosto e continuo a compor e interpretar. 

 

Novo Tempo: O poeta Gilson Vieira é versátil. Temas de novelas globais, canções belíssimas, interpretadas por diversos cantores e cantoras, grupos de pagode e duplas sertanejas. Como é esse processo de criação?

 

Gilson Vieira: Gosto de sertanejo. Nada contra a música atual. Mas há muita repetição. Primo por fazer uma boa canção. Se ela fará sucesso ou não, não se sabe. Às vezes, a inspiração acontece naturalmente, mas há todo um cuidado para se escrever uma canção. Música descartável, música comercial é outra coisa.

 

Novo Tempo: Sou fã, mas não sei exatamente quando passastes a usar o sobrenome Vieira. Assim, me surpreendi ao descobrir que uma canção de sucesso, gravada por Cristian & Ralf, é de sua autoria. Tenho um irmão que gosta muito e a ouve sempre. Essa canção, já tem no título: Olhos de Luar, um pouco de poesia. Como surgiu a canção?

 

Gilson Vieira: Essa canção, a escrevi, baseada em uma história real. Uma história triste, mas que retrata uma realidade e, que obteve bastante sucesso. Aqui, fiz questão de interpretá-la com a dupla Ademir & Adilei, daqui da região, mas há outras gravações.

 

Novo Tempo: A “Casinha Branca”, canção que há quatro décadas, foi apresentada ao público, que embalou tantos encontros, que nos dias de hoje ainda é executada nas rádios de todo o Brasil, e é sempre atual no imaginário dos fãs. Como surgiu a canção?

 

Gilson Vieira: Morando em São Paulo, onde a poluição é grande e com as lembranças do interior, bate uma saudade de retomar a vida pacata, às raízes, ou mesmo de se retornar ao silêncio do campo. Daí, o desejo de “um lugar de mato verde, para plantar e pra colher...”

 

Novo Tempo: Quando voltará à nossa região?

 

Gilson Vieira: Teve um momento em minha carreira que fazia sucesso no eixo Rio-São Paulo. Depois, além do Sudeste, sou conhecido e faço sucesso também no Norte-Nordeste. Nada agendado, mas breve estarei de volta.

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