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IRMÃ DULCE, A PRIMEIRA SANTA BRASILEIRA

October 25, 2019

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, nasceu em Salvador, no dia 26 de maio de 1914 e morreu também em Salvador, em 13 de março de 1992. Mais conhecida como Irmã Dulce, Beata Dulce dos Pobres ou Bem-Aventurada Dulce dos Pobres e até mesmo Santa Dulce tendo recebido o epíteto de “O Anjo bom da Bahia”, foi uma religiosa católica brasileira, que fez muitas ações de caridade e assistência para quem mais precisava.

       Em 2014 o governador da Bahia, Jaques Wagner, instituiu por um decreto a data de 13 de agosto como o Dia Estadual em Memória à Bem-Aventurada Dulce dos Pobres. Contudo, a data não é feriado no estado, por não ter mais vaga no calendário local.

       Irmã Dulce foi beatificada em 2011, pelo enviado especial do Papa Bento XVI, Dom Geraldo Magella Agnelo, em Salvador. Em julho de 2019, o Papa Francisco anunciou sua canonização para 13 de outubro de 2019, tornando-se a primeira mulher brasileira nata a ser canonizada.

       A freira baiana Irmã Dulce, será canonizada no próximo domingo, 13 de outubro, no Vaticano e se tornará a primeira santa brasileira nascida no Brasil. O processo é longo, pode durar vários anos e inclui várias etapas e investigações – no caso de Irmã Dulce, começou em 2000. Ela passará a ser conhecida como Santa Dulce dos Pobres.

       Irmã Dulce era conhecida por seus projetos sociais de assistência à população carente. Detalhes de sua obra de caridade, foram contados no livro Irmã Dulce, a santa dos pobres (Amazon) lançado em setembro de 2019 com autoria do jornalista Graciliano Rocha.

       Segunda filha do dentista Augusto Lopes Pontes, professor da Faculdade de Odontologia, e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes, ao nascer em 26 de maio de 1914, irmã Dulce recebeu o nome de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes.

       O bebê veio ao mundo na Rua São José de Baixo, 36, no bairro do Barbalho, na freguesia de Santo Antônio Além do Carmo. A criança Maria Rita foi uma criança cheia de alegria, adorava brincar de boneca, empinar arraia e tinha especial predileção pelo futebol – era torcedora do Esporte Clube Ypiranga, time formado pela classe trabalhadora e os excluídos sociais.

       A freira ganhou respeito e credibilidade em suas ações, indo dos mais humildes aos mais abastados. Ricos e pobres recorriam a ela para ouvir seus conselhos e ponderações. Sempre serena e com um sorriso, atendia a todos, indistintamente.

Fonte: Minas Jornal

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