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UM GRANDE NÚMERO DE PESSOAS VISITARAM O CEMITÉRIO EM CACHOEIRA ALEGRE

November 3, 2019

       Como noticiamos aqui na semana passada, a administração realizou uma limpeza, pintura nos túmulos e muros do Cemitério Bom Pastor em Cachoeira Alegre em virtude da proximidade do feriado de Finados.

        Acredita-se que confirmou a estimativa feita pelos administradores em relação ao número de visitantes. Desde à véspera, já se via automóveis de outras cidades estacionados próximo ao portão principal. Esses vêm todos os anos, antecipam a visita, para depois visitarem os amigos em outras cidades próximas. Há aqueles que, chegam bem cedinho, depositam as flores, acendem as velas, fazem suas orações e se vão.

      

 

O feriado é usado para relembrar os mortos e é um dos rituais mais importantes da religião cristã católica.  A professora aposentada Rita de Cássia Santos Sá, 71 anos, residente no Rio de Janeiro, comparece na necrópole todos os anos para rezar pela memória de seu pai e de sua irmã. “Acho muito importante vir todos os anos, experimento paz quando aqui estou. Embora sinta uma saudade que não vai embora nunca”, diz a idosa.

     Não tinha o costume de visitar o cemitério. Após a morte de minha mãe, há oito anos, venho sempre nessa data. “É uma maneira de relembrar das coisas boas. Diminui um pouco a dor”, conclui o frentista de um Posto de Combustível, em Muriaé.

      Um grande número de pessoas, optam por fazer a visita pela manhã. “É mais fresco, corro do sol e aproveito para participar da missa na matriz”, disse a dona de casa Lúcia Helena de Bom Jesus da Cachoeira.

De fato, muitos fazem mesmo essa opção e o cemitério recebe então, antes e depois da missa, muitas visitas. Mas há também aqueles que preferem vir à tardinha, quando os portões estão quase se fechando.

       Talvez, devido a data que celebramos em primeiro de novembro,  Dia do Cachoeirense; o Cemitério receba um número considerável de visitas, já que muitos filhos da terra, cachoeirenses ausentes, costumam vir a Cachoeira, para também tomar parte nos festejos, se encontrar com sua gente e se confraternizar.

       Faço todos os anos essa visita ao Cemitério, quase sempre em Cachoeira, às vezes, em Muriaé, onde tenho também muitos amigos, parentes sepultados. Fazer memória aos nossos amigos falecidos, me faz ter a sensação de tê-los sempre presente entre nós. E diante dessa mistura de saudade e tristeza, tento repensar a vida, lembrar-me que tenho que cumprir minha missão com alegria na perspectiva de que a vida não termina com a morte. É necessário alimentar a fé e a esperança na ressurreição.

Fernando M. Ribeiro

 

 

 

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